terça-feira, 31 de maio de 2011

Brasileiros e brasileiras - Votar ou não votar? Um direito ou um dever?

Quem é beneficiado realmente com a obrigatoriedade dos votos? Por que ela pode ser considerada antidemocrática? Descubra como o voto livre pode ser uma alternativa ao modelo atual da nossa democracia.

Ei, você aí que está lendo este texto, sabia que tudo que fazemos, que pagamos, que produzimos, que demandamos, que consumimos em sociedade gera uma ação? É claro que sabia e aposto que você também tem noção de que essa ação se converte em algo que certamente vai influenciar nosso sistema de vida, nosso cotidiano, nosso desenvolvimento como indivíduo, o conforto do nosso lar, a segurança de todos nós. Enfim, todas essas manifestações estão, felizmente ou não, intimamente relacionadas à política.

Quando nos referimos à política, apesar de muitos cidadãos brasileiros torcerem o nariz, seria bom entendermos a raiz dessa palavra. Saber que ela se originou nos tempos em que os gregos se organizavam em cidades-estado denominadas polis. Palavra que deu origem aos termos como “política em geral” (politiké) e “pertencente aos cidadãos” (politikós). E que nessa sua trajetória de nominações acabou no latim como politicus, refletindo como “ciência do governo dos Estados”, a partir de 1265, nos idiomas modernos europeus.

Então... agora que sabemos um pouquinho mais sobre de onde vem o termo “política”, podemos compreender um pouco o que o conhecido filósofo grego Aristóteles, que viveu em Atenas de 384 a 322 a.C., aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande, quis dizer quando “o homem é por natureza um animal político”. Aristóteles acreditava e, por isso, apresentou em sua filosofia prática a política como um desdobramento natural da ética. Nessa linha de pensamento, enquanto a ética estaria preocupada com o bem-estar do indivíduo, a política se encarregaria de buscar formas de se governar com o objetivo de assegurar a felicidade da sociedade como um todo. A política, pensou-se então, deveria se voltar para as necessidades referentes à sociedade em geral. Doce ilusão ou amarga ingenuidade? Acredite ou chore, se quiser!

Democracia ou Demo+Kratos?

Lá vamos nós relembrar um pouquinho de história novamente: Kratos, de origem grega, significa força, poder, cuja personificação mitológica era Cratos. Demo, por sua vez, é povo. No que tange à política nos regimes democráticos, a exemplo do Brasil, que é visto como uma das referências da atualidade no mundo, a democracia é aceita e defendida como uma ciência política em que seus cidadãos são responsáveis pelos
assuntos públicos através da manifestação do seu voto, voto este que elege seus representantes, isto é, um sistema em que os cidadãos podem participar da vida política do país a que pertencem.

Sobre a aplicabilidade da democracia, se é boa ou ruim, é muito discutível, principalmente porque a ideia parte do pressuposto de que a maioria elege quem irá governar todos, não importando se, por “obra do acaso” a falta de qualidade do voto legitimou o dirigente. Na democracia, todos serão governados e terão suas vidas afetadas segundo os votos da maioria, mesmo se elegeram aqueles governantes que apenas pensam em seu próprio orifício que se encontra na região do abdômen, aquele bem conhecido e pequenino buraco chamado umbigo.

E no Brasil, o voto, como é mesmo?

Aqui na região dos tupiniquins, as eleições daqueles que vão interferir em nosso sistema de vida, são pelo voto direto, secreto e obrigatório representan para a imensa maioria, ou seja, para homens e mulheres com mais de 18 anos. O voto é facultativo para os maiores de 70 anos, para os jovens com idades entre 16 e 18 anos e para os analfabetos. Essa obrigatoriedade veio após a Revolução de 1930.

Concordemos ou não, o fato do voto ser obrigatório no Brasil arranha e fere profundamente a essência da democracia, pois fornece sustentação às formas retrógradas e antigas de dominação política, além de nivelar por baixo a qualidade do voto. Se o voto da maioria numa democracia é ruim, com certeza o político será ruim e a vida da maioria do povo será cheia de lamúrias das mazelas dos dirigentes. Há pessoas que defendem a tese de que o voto livre e facultativo desestimula o comparecimento às urnas. Se elas pensam assim, é porque deve haver alguma razão de ser, não é mesmo?

Pensemos juntos: será por acaso que existem aquelas pessoas desestimuladas e que, em sua convicção, já perderam a esperança na existência de algum político honesto e desconfiam de que todos os candidatos são “farinha do mesmo saco”? Ou seriam então aquelas que apenas querem exercer o direito da livre escolha que a plena democracia lhes concede, de simplesmente não querer votar, independente de seu motivo?

É claro que é relevante e muito fundamental, para não escrever essencial, que todos, em sã consciência, deveriam participar da política do seu país, nem que fosse apenas pela manifestação de seu voto (livre). Entretanto, obrigar alguém a fazêlo, não importando como se faça isso, de olhos fechados ou “comprados”, é imoral. É importante ter em mente que o político eleito não está prestando nenhum favor aos seus comandados quando faz algo de bom, é o mínimo que ele deve fazer, afinal, esse é o emprego dele, pelo qual recebe muito bem (e como) por seus préstimos.

A atual democracia brasileira gosta de apregoar que o voto é um direito do povo deste país – e isso é verdade, mas pela sua imposição e obrigatoriedade, o voto acaba sendo um dever antidemocrático,
pois a população não pode ter a opção de não votar sem ser penalizada. Triste e muito vergonhoso!

O voto “de cabresto” deve ser expurgado das entranhas da obrigatoriedade. É evidente que isso não resolverá o problema principal, o caráter no âmbito da política nacional; no entanto, um passo nesse sentido terá sido firmemente dado.

Mas, pensemos! Qual seria a razão, em pleno 2011, de continuarmos empacados no voto obrigatório? A resposta parece simples, esse seu voto deve valer ouro para quem se nutre da política – minoria que não é só formada por políticos, mas também por interesses de corporações nacionais e internacionais e outros
grupos de pressão, muitos denominados e conhecidos por lobistas.

Imaginemos que efeito de mudança e impacto o voto livre e facultativo ocasionaria em nosso sistema político. Seria interessante observar e acompanhar, do ponto de vista antropológico e filosófico, o frio na espinha que os velhos “barões e coronéis” da política sentiriam com essa nova estrutura política.

Lembremos que a Constituição Federal foi elaborada por políticos (deputados e senadores), através da Assembléia Nacional Constituinte. Assim, eles é que decidiram incluir na Carta Maior (por definição) a obrigatoriedade do voto. Isso parece ser coisa de quem faz uma legislação em causa própria e não de um povo, o qual representa – não parece? Com o fim do voto obrigatório, o eleitor teria poder sobre seus representantes, como deveria ter sido desde sempre, isto é, mais legitimado. A classe política teria que deixar para trás antigos métodos de discursos, pois o eleitor que fosse votar seria aquele que possui mais discernimento da importância do seu voto e não se deixaria enganar tão facilmente por velhas artimanhas e factoides.

Na Constituição Federal está escrito em seu preâmbulo:

“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.” [Veja texto na íntegra em: http://www.planalto.gov.br/]
 
Com o voto livre e facultativo a todos os brasileiros, o cenário político se transformaria em algo melhor, certamente seria outro, bem mais consistente e limpo. Seríamos estimulados a pensar melhor, dando, assim, um salto de qualidade como eleitor.

E então, amigo leitor pensante: é melhor deixarmos passivamente como está, essa lengalenga de sempre, ou vamos optar pelo voto livre já?

Afinal, pelo que você vota?

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Levis Litz
Jornalista e repórter fotográfico

com MBA em Marketing e Relações Públicas.
Expôs a triste condição de pessoas que
sofriam com a hanseníase no interior do
Estado do Paraná no ano de 1996.
Contato:
www.FotoseRumos.com
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Referência:
artigo publicado na Revista Mediação do Colégio Medianeira nº 19, Curitiba, PR, maio/2011.
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Fotos:
1. Aristóteles ensinando Alexandre, o Grande. Acredita-se que as reflexões aristotélicas sobre a política originam-se da época em que ele era preceptor de Alexandre. Esta imagem é de domínio público.
2. Revolução de 30. Esta imagem é de domínio público.

O jornalismo em pauta

No FaceBook no Grupo denominado "Jornalistas" foi publicado a seguinte menção de José Aparecido Fiori:

-> Veja o que disse o vice-presidente das Organizações Globo, José Roberto Marinho, à Gazeta do Povo de domingo (15/05/11) sobre a imprensa...

“A Lei de Imprensa foi feita durante um período de exceção. Com a queda da Lei de Imprensa, virou uma questão de justiça comum. Em relação ao diploma, eu sempre fui favorável à não exigência porque o jornalismo não é uma profissão de uma ciência exata. É um dom de contar uma história. Qualquer pessoa com o treinamento necessário na redação pode se tornar um jornalista”.

Referência: Fiori Sem Censura - http://www.fiorisemcensura.com.br/

Entre os diversos comentários sobre tal assunto, Fiori complementa:

" Descobriu-se a pólvora, ou a roda desdentada? Quando é que jornalismo não é uma profissão de ciências exatas? Não tem que haver exatidão entre o fato e a descrição do mesmo? Não tem que haver exatidão entre conteúdo e a forma? Não tem que h...aver veracidade, isto é, sintonia exata ao que se vê, se escreve ou se traduz? A adequatio rei et intellectus dos latinos (a adequação da razão ou do verbo à coisa)?"

Também resolvi partilhar meus pensamentos da seguinte forma:

"Sem querer emitir juizo de valor e também não sei qual o motivo obtuso da declaração, mas quando alguém diz "período de exceção", para mim (posso estar enganado) é porque esquiva o fato de nominar o que foi de fato: "Ditadura Militar". (...)  Naquele período de exceção (olha eu aí me esquivando de dizer Ditadura Militar - rs), em 1967, no início do ano, faltando apenas duas semanas para que o governo do Brasil mudasse de mãos, do Castelo Branco para o Marechal Costa e Silva, foi baixado o decreto-lei nº 236, cujo artigo 12 provocou a queda do controle massivo da mídia na época liderado por Chateaubriand. Se não me falha a memória, isso favoreceu na sequência outra Rede que iria se consolidar como a mais forte no país e que atualmente, por ironia, é representada por aquele senhor o qual eu não quis emitir juízo de valor.

E assim, vamos - que vamos Brasil...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Palavras de agradecimento do Fundador da AIPT - Assoc. de Tai Chi

Caros amigos, colegas e membros da minha equipe:

Diretores da Gestão 2010/2011

Bruno Davanzo (Vice-presidente), Sandra Madlung (Secretária), Luiza Wisnieski (Vice-secretária), Elli Nowatzki (Tesoureira), Walter Weinheber (Vice-tesoureiro), Marcelo Torres (Coordenador do Conselho Fiscal), Péricles Abrahão (Membro do Conselho Fiscal) e Moizés Torquato (Membro do Conselho Fiscal).

Demais facilitadores participantes do Projeto: "Curitiba Tai Chi nos Parques e Praças" Carlos Andrade, Aparecido, Daniel, Elli, Péricles, Tarcísio, Maria Aparecida Arruda, Anderson, Soraia, Bruno, Cid, Ines e Walter.

Colaboradores convidados por mim para a Gestão 2010/2011
Cargos não oficiais, apenas representativos temporários da AIPT, conforme ata de sua criação, para um grupo de coordenadores gerais: Anderson Rosa: MultiMeios e Estilo Lam Kam de Tai Chi; Marcelo Torres: Cultura; Exposição Fotográfica Itinerante e Biblioteca da AIPT; Celeste: Assessoria de Imprensa; José Onofre Nunes: Estilo Pai Lin; Carlos Assis, Carlos Andrade e Aparecido de Lira.

Colaboradores eventuais, amigos e simpatizantes do Tai Chi
. Guto, Viviane, Valesca, Dorival, Sueli, Rodrigo Apolloni e alunos, Jorge e alunos, Eliane, Zig Koch, Selma, Adriane, Kelli, Smythe-JR, Smythe Pai, Lidia, Chang, Coronel Aurélio e Cap. Washington (Polícia Militar do Paraná), Mário Celso (Vereador de Curitiba), Regina Azevedo (São Paulo), Fernando De Lazzari (Ribeirão Preto), Matheus (Campinas), Niall O`Floinn (Irlanda), Andre (Grã-Bretanha), Juliana (Nova Zelandia), Áquila, Ewaldo e Laudicéia (SESC-Paraná Unidade Água Verde), meus alunos e ex-alunos, alunos da Academia Paramitta, alunos da Fu Hok, alunos da Harmonia e Movimento, alunos da Academia Senda, entre muitos outros que, injustamente, minha memória não trouxe à tona neste momento, mas que sabem que sou-lhes sinceramente grato.

Agradeço assim aos que compartilharam, com sorriso no coração - em algum momento, a extensiva tarefa deste ano de vida jurídica da AIPT.

A maioria dos nossos objetivos propostos foram cumpridos justamente porque, como presidente, pude contar com a boa vontade e comprometimento voluntário de cada um de vocês em tantas missões e diferentes frontes que tivemos que encarar. Tantos foram os avanços e as melhorias em todos os sentidos que nos deixaram felizes e satisfeitos com o andamento e desenvolvimento da AIPT.

Temos a ciência e a certeza de que uma boa base de sustentação foi deixada para a nova diretoria e que essa primorosa instituição deixará cada vez mais forte a sua marca no âmbito da promoção do Tai Chi Chuan, não só na cidade de sua sede, Curitiba, como também, no Brasil e no mundo. Isso é apenas uma questão de tempo.

Congratulações verdadeiras para todos que acreditaram na AIPT. Meus especiais agradecimentos ao amigo, Dr. Carlos Alberto Assis, um companheiro idealizador - co-fundador da AIPT, que, sem seu apoio, não nos encontraríamos escrevendo estas palavras.

A todos nós, meus caros amigos e companheiros, a partir de agora - os que não fazem mais parte oficial (da diretoria) da AIPT, cabe-nos continuar apoiando a Associação na medida em que nos for possível, individualmente e/ou coletivamente, de forma voluntária e desinteressada, para o proveito e estímulo da prática do Tai Chi Chuan para a melhor obtenção da qualidade de vida de todos os interessados.

Que os antigos mestres do Tai Chi Chuan tenham orgulho do nosso sincero trabalho em prol de sua arte.

Levis Litz
Fundador da AIPT - Assoc. Internacional de Praticantes de Tai Chi Chuan
Membro participante da Diretoria da AIPT nas Gestões de 2003 a 2011
www.aipt.org.br

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Nova camiseta de Tai Chi à disposição

CAMISETA DE TAI CHI CHUAN

Tai Chi Chuan - Eu pratico!

com...
. 2 posturas de tai chi chuan
. ideogramas em chinês

Disponível somente para entrega em Curitiba.

R$ 28,00.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Gratuitamente na Internet: nova edição da revista Tai Chi Brasil

Em conexão - sempre!

A nova edição da revista bimestral, nº 11, vem com novas perspectivas e informações. Entre vários assuntos, tem o relato de um praticante de Tai Chi na China e muitas trajetórias de professores de Tai Chi Chuan que compartilharam suas vivências.

Para que fique um registro histórico das trajetórias dos professores de Tai Chi no Brasil, a revista incita o leitor a participar: "E você? É professor de Tai Chi e quer relatar a sua história? É importante para a História do Tai Chi no Brasil que registremos isso e a nossa revista é a mais específica e ampla do gênero. Então... queremos conhecer você, ler sobre suas experiências como professor, de que modo você se dedica ao Tai Chi, quais são as suas pretensões nesse sentido, o que fez e faz de você um professor de Tai Chi Chuan." 

Para que esse registro também se estenda aos praticantes de Tai Chi, há outra chamada: "se você é aluno e gostaria de prestigiar seu mestre ou professor e dar o seu depoimento sobre sua vivência com ele, escreva um texto e mande pra nós – se puder, inclua fotos. Não hesite, sua experiência é muito importante como referência para os demais colegas praticantes. Ficou tentado a escrever? Escreva! Este espaço está reservado para você, esperando as suas impressões."


Como qualquer iniciativa a Revista Tai Chi Brasil precisa se manter financeiramente. Nesse sentido há um apelo para que haja a colaboração dos leitores: "Para um fôlego extra na continuidade e permanência desse veículo de informação, matutamos uma nova opção – simples e bem barata, ou seja, disponibilizar espaços para publicidade em forma de banner virtual com link no site da Revista Tai Chi Brasil por apenas R$ 5,00 mensais em que você poderá divulgar seus produtos, serviços, sua escola ou sua marca. Mais informações no site. Outra forma fácil de ajudar é propagar o Tai Chi através da divulgação da revista pela internet. É o momento de aproveitar que vivemos numa época de fácil transmissão de conhecimentos e informações e espalhar essa ideia. A revista é grátis, vamos compartilhá-la, seja no twitter, orkut, blog, facebook, site, ou ainda, imprimindo e fazendo uma cópia para seu amigo, médico, fisioterapeuta, educador físico, psicólogo, terapeuta... Com certeza, essa atitude será para benefício de todos."


A Revista Tai Chi Brasil é gratuita e está disponível na web. Pode-se obter cópia (baixar) ou ler todas as 11 edições direto da Internet, basta seguir as orientações do site: www.RevistaTaiChiBrasil.com.br

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Teria sido a morte do Bin Laden um engôdo?

É querer tapar o sol com a peneira querer acreditar que vivemos num mundo em que as notícias, quando do interesse de governos, não são manipuladas.

Pode não ser o caso do anúncio da morte de Osama, mas não seria nenhuma surpresa se isso acontecesse.

De qualquer forma, já há no âmbito das notícias virtuais a sugestão de que o mundo estaria sendo ludibriado.

Uma imagem que circula na internet e aparece em alguns programas de televisão no exterior pretende mostrar cadáver ensanguentado de Osama bin Laden. A autenticidade não foi confirmada, nem pelos Estados Unidos, nem pelas utoridades paquistanesas. Parece que há "trotes" pipocando por todos os lados.

E aí fica a dúvida... Osama Bin Laden morreu mesmo ou é mais uma história para inglês ver?

Enfim, nesse sentido, dizem que testes de dna do referido terrorista está sendo feito... Esperemos!

Sem comprovação solida, até o momento, só podemos repetir a fala do famoso programa de TV: acredite se quiser!

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Referência: Seria a morte de Bin Laden um engôdo?