terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vietnã - Três dias em Hanoi


Um domingo à tarde



Três dias em Hanoi 

O olhar de um andante

Imagens de Levis Litz

Realizadas com uma Cyber-shot Sony DSC-W570
5X Optical Zoom / Steady shot - 25mm Wide-angle lens
Um outro lado do mundo
Um Oi
Uma Rua





Levis Litz - levislitz@gmail.com
. Repórter fotográfico profissional de 1997 a 2005 registrado no MTB e na ARFOC.
. Realizou dezenas de exposições fotográficas individuais e participou de muitas outras coletivas de 1996 a 2001.
. Ganhou dois prêmios como repórter fotográfico, agraciado com um primeiro lugar com o tema: Balonismo na Cidade de Curitiba em 1998 e um segundo lugar com o tema: MST em Terra Paranaense (1997).
. Realizador do 1º Seminário de Fotografia - Fotógrafos de Curitiba em 1997 no Museu da Imagem e do Som.
. Foi jurado integrante da Comissão Julgadora do 1º Concurso Universitário de Fotografia - UTP, em 1999.
. Foi palestrante na UFPR (2000), UniAndrade (2002 e 2004), UTP (1996), entre outras instituições educacionais.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Fotografia - Um Olhar sobre o Brasil


INSTITUTO TOMIE OHTAKE

APRESENTA

Um Olhar sobre o Brasil. A Fotografia na construção da Imagem da Nação

Guy Veloso Penitentes brazilian doc photographer fotografia documental

Abertura: 12 de novembro de 2012 - até 27 de janeiro de 2013

Com mais de 400 imagens vindas de diferentes acervos públicos e coleções privadas, a Fundación Mapfre, com a colaboração do Instituto Tomie Ohtake, realiza a exposição “Um olhar sobre o Brasil. A Fotografia na construção da Imagem da Nação”. O projeto inédito, de pensar 170 anos de história do país (1833-2003) a partir do registro fotográfico, tem curadoria do especialista em história da fotografia Boris Kossoy e curadoria adjunta da antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz.



Com cenografia assinada por Daniela Thomas e Felipe Tassara, a mostra percorre caminhos de luz e sombra, costurando história e iconografia. Tomando como ponto de partida o momento próprio de invenção da técnica fotográfica, a exposição revisita o olhar “científico” que guiava as expedições estrangeiras, o gosto de D. Pedro II pelo novo suporte e os registros de revoltas populares como a de Canudos, até chegar à grande multiplicação de temas, ângulos, acontecimentos e reviravoltas que compuseram o longo século 20. 

Graças à ampla pesquisa empreendida, na qual a iconográfica também contou com Vladmir Sacchetta, cada uma das fotografias é apresentada acompanhada por um pequeno texto, sua micro-história, com informações que vão muito além da tradicional legenda (título, data, autor). Ao refletir sobre as fotos escolhidas, o curador destaca o esforço em ”valorizar o simbólico, tentar evitar a redundância, destacar o anônimo e o cotidiano naquilo que têm de aparente e oculto, rever criticamente as imagens conhecidas e ideologicamente comprometidas com as histórias oficiais.”

A mostra acompanha o lançamento do livro “Um olhar sobre o Brasil. A Fotografia na construção da Imagem da Nação: 1833-2003” (coordenação – Boris Kossoy, consultoria histórica – Lilia Moritz Schwarcz; pesquisa iconográfica – Boris Kossoy, Lilia Moritz Schwarcz e Vladimir Sacchetta), volume que integra a coleção História do Brasil Nação: 1808-2010 (Fundación MAPFRE / Grupo Santillana/ Editora Objetiva; coordenação Lilia Moritz Schwarcz).

A fim de organizar o grande número de imagens, a curadoria procurou pensar o material a partir de quatro grandes eixos temáticos: política, sociedade, cultura/artes e cenários. Ao mesmo tempo, os 170 anos foram divididos em sete períodos, demarcados de acordo com os principais fatos da história nacional.

1833–1889 | Luzes sobre o Império
1889–1930 | Urbanidade, conflitos, modernidade
1930–1937 | Ideologias, revoluções, nacionalismos
1937–1945 | Autoritarismo, repressão, resistência
1945–1964 | Industrialização, desenvolvimento, anos dourados
1964–1985 | Tempos sombrios
1985–2003 | O reacender das luzes

Escolhida como ponto de partida da exposição, a data de 1833 refere-se às experiências precursoras de Antoine Hercule Romuald Florence (1804–1879), levadas a efeito na vila de São Carlos (Campinas) e que o conduziram a uma descoberta independente da fotografia, pioneira nas Américas e contemporâneas às que se realizavam, na mesma época, na Europa. 

Pensando ainda no século 19, Lilia ressalta os fotógrafos itinerantes que varreram o país de ponta a ponta, motivados, a princípio, pelo desejo de conhecer esse Império dado a costumes, climas e políticas em tudo tão distintos. “Enquanto imenso ‘gigante tropical’ habitado por muitas raças e grupos de origens variadas, o Brasil representava um verdadeiro porto de chegada (e de partida): um posto avançado para a observação naturalista e científica de um concentrado natural e, ademais, racial”, escreve a historiadora.

Hobby do imperador D.Pedro II, a fotografia tornou-se ferramenta para registrar um número cada vez maior as famílias da elite, em cenas devidamente posadas.  Junto com o registro da paisagem urbana, rural e natural, os retratos de estúdio introduziram a prática fotográfica no cotidiano das sociedades em todo o mundo.

Ao longo de todo o século 20 e com cada vez mais intensidade, a fotografia tomou as páginas das revistas dos jornais, diversificou seus temas e, saindo às ruas, acompanhou os momentos mais marcantes, alguns gloriosos, outros bastante sombrios. De seu papel no fortalecimento do Estado Novo, à participação da FEB na Segunda Guerra Mundial), da construção de Brasília, amplamente documentada, à foto de multidões clamando pelas Diretas, a fotografia teve papel crucial para  imagem dos governantes que mobilizaram as massas como as dos líderes populares Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, Leonel Brizola e Luiz Inácio Lula da Silva.

”Não há como lembrar das Diretas sem recordar do instantâneo que tomou os políticos de vários partidos, todos de braços levantados aguardando que o fotógrafo tornasse imortal e memorável (no sentido de ficar retido na memória) um ato resumido a poucos instantes e que seria, por si só, apagado pela lógica da circunstância. Por isso tantas vezes é difícil separar o que de fato ocorreu e o que o ato fotográfico imortalizou”, sugerem os curadores.

Técnica documental, mas também plataforma da criação e profusão de sentido, a fotografia fez parte da construção da identidade nacional desde a época de sua invenção, retratando, mas também contribuindo para definir costumes, numa intrincada rede de relações. “Ela é, a um só tempo, produto e produção, reflexo e estabilização de hábitos; reação e vanguarda; elemento cultural, mas também argumento político, social e econômico. Nada lhe escapa assim como tudo lhe escapa, pois a fotografia apenas finge que preenche a realidade e assim capta sua totalidade”.

Boris Kossoy professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, foi diretor do Museu da Imagem e do Som de São Paulo e do IDART - Divisão de Pesquisas do Centro Cultural São Paulo criou dentro da mesma universidade NEIIM - Núcleo de Estudos Interdisciplinares de Imagem e Memória. É membro do conselho consultivo da Coleção Pirelli-MASP de Fotografia, entre outras instituições culturais. Trabalhos de sua criação, como fotógrafo, encontram-se representados nas coleções permanentes do Museum of Modern Art (N.Y), George Eastman House (Rochester, N.Y), Smithsonian Institution (Washington, D.C.), Bibliothèque Nationale de Paris, Museu de Arte de São Paulo, para citar alguns. É autor dos livros: Viagem pelo Fantástico, Hercule Florence, a Descoberta Isolada da Fotografia no Brasil; Origens e Expansão da Fotografia no Brasil - Século XIX; Fotografia e História; Realidades e Ficções na Trama Fotográfica; Os Tempos da Fotografia: O Efêmero e o Perpétuo, entre outros.

Lilia Moritz Schwarcz é professora titular no Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP). Foi Visiting Professor em Oxford, Leiden, Brown, Columbia e é atualmente Global Professor pela Universidade de Princeton. É autora, entre outros, de Retrato em branco e negro, O espetáculo das raças, As barbas do Imperador – D. Pedro II, um monarca nos trópicos, Símbolos e rituais da monarquia brasileira e Registros escravos. Coordenou, entre outros, o volume 4 da História da Vida Privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea, com André Botelho Um Enigma sobre o Brasil e dirige atualmente a História do Brasil Nação. Mapfre/ Objetiva em 6volumas (Prêmio APCA, 2011).

Exposição: Um olhar sobre o Brasil. A Fotografia na construção da Imagem da Nação
Abertura para convidados: 12 de novembro de 2012, às 20h 
Até 27 de janeiro de 2013
De terça a domingo, das 11h às 20h – entrada franca
Patrocínio: Mapfre Investimentos
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés, 88) - Pinheiros SP
Fone: 11.2245-1900

Informações à Imprensa
Pool de Comunicação – Marcy Junqueira
Martim Pelisson
Fone: 11.3032-1599

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

China - Cidade de Taiyuan

Na Trilha do Tai Chi

Templo do Céu, Pequim. Foto: Levis Litz

Imagine a cena, você está em Pequim, levantas às cinco da manhã, caminha aproximadamente 3 quilômetros do seu hotel até o Parque Tiantan Gongyuan e visita o belíssimo Templo do Céu.

Nas cercanias você tira muitas fotos, observa centenas de praticantes de diversos grupos, pratica com alguns deles, entrevista outros e interage com todos.

Depois você retorna ao hotel, arruma as malas, toma café da manhã e resolve ir caminhando até a estação de trem; cerca de dois quilômetros de distância.

Na grande estação, repleta de gente, descobre que foi informado errado, que a estação era outra e você sai correndo, nem sabendo direito para onde, pois percebe que agora o seu tempo corre contra o relógio.

Ao chegar na estação certa, você resolve pegar o trem bala - o vapt - vupt das linhas férreas chinesas. É tempo ganho.

Até que no fim da tarde, algumas horas distantes de Pequim, você desembarca em Taiyuan, Província de Shanxi.


Cidade de Taiyuan, Província de Shanxi, China. Foto: Levis Litz

Continue com o pensamento de que lá do outro lado do mundo já são 11 horas à frente do Brasil. Você está viajando sozinho, com a mochila nas costas - 17 kg, e com uma enorme expectativa no coração.

Ao chegar na cidade de Taiyuan, você encontra velhos e faz novos bons amigos. Eles são de São Paulo, Campinas, Brasília, Ribeirão Preto, Joinville, entre outros rincões, todos praticantes de tai chi chuan.

É muito bom ter momentos assim - acolhedores, principalmente em terras estrangeiras.

Assim foi meu trajeto para Taiyuan, um ponto inicial de uma mistura de emoções, da realização da minha primeira missão, do meu primeiro objetivo, quase que de uma peregrinação que abrange o tai chi na China.

Brasileiros em Taiyuan. Foto: Levis Litz

E bem como disse o professor e amigo Castro Júnior, que vive a quase dois anos na China: “Levis, essa será a viagem da sua vida!” E realmente foi!

Em Taiyuan tive a grata oportunidade de presenciar uma inesquecível cerimônia de discípulado da Famíia Yang, a comemoração dos 87 anos do Grão Mestre Yang Zhenduo e estar presente no 4º. Torneio Internacional de Tai Chi Chuan da Família Yang.

Discipulado - Família Yang. Foto: Levis Litz
 

O Brasil fez bonito na China e os brasileiros, com certeza, deixaram a sua marca - muito positiva por sinal. Foi um momento de orgulho para a comunidade brasileira do tai chi, em especial aos praticantes do estilo tradicional da Família Yang.
Pessoalmente, estar lá foi muito gratificante e emocionante, afinal fui praticante do estilo Yang por muitos anos e guardo muito respeito e carinho por ele.


Após aqueles intensos dias vividos no norte da China, já com essa primeira missão cumprida de vivência, a necessidade de continuar na trilha por aquele grande país do oriente se fez presente. No que concerne ao meu roteiro vinculado ao tai chi - de Taiyuan, fui para a cidade de Zhengzhou - para encontrar o Grão-Mestre Chen Zheng Lei, depois fui a Vila Chen - o berço histórico onde nasceu o tai chi - ali uma surpresa me esperava - presenciar uma outra cerimônia de discípulado, desta vez, da Família Chen. De lá parti em direção a montanha sagrada taoísta Wudang, local de um tipo diferente de kung-fu (interior) e também reverenciado como o berço lendário do tai chi.


Wudang, China. Foto: Levis Litz

Porém, dessas andanças escreverei meu testemunho mais à frente, tanto em futuras edições da Revista Tai Chi Brasil, como aqui.

Outros relatos sobre minhas aventuras na China, Camboja, Tailândia e Vietnã, além do tema tai chi, poderão ser vistas oportunamente pelo portal Fotos e Rumos - www.fotoserumos.com

Basta ficar, digamos assim, “conectado”.  

Até a próxima!  

Levis Litz
levislitz@gmail.com
www.RevistaTaiChiBrasil.com.br


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Série Mater´s de pinturas


Matéria e a terra como origem do humano

Por Sela - Maria Selenir

A exaltação e o caráter sagrado da terra. 

Essa série Mater´s de pinturas não procura representar o meio natural, o mundo primitivo e selvagem, mas sim apresentar a paisagem natural através da materialidade e da gestualidade.

Tem ao mesmo tempo registro abstrato e figurativo, um dos aspectos mais interessantes da pintura contemporânea.

Os Mater's sustentam que a possibilidade de transcendência se dá através da natureza, que o vínculo entre ela e o homem é indissolúvel.

Mater´s Diâmetro 60cm

Mater´s 7  157 x 267 cm

Mater´s Flechas  24 x 38 cm
Ácqua  39 x 39 cm
Mater´s  A terra prometida   84 x 134 cm
 

Maria Selenir
Florianópolis, SC

Contato:
Tel:  48-99723662

Bacharel em Artes plásticas 2008

-> Exposições
Museu de Arte de Blumenau 2011
Museu Casa dos Açores 2011
Pigmentos naturais no Museu da Escola Catarinense
Mural coletivo em Ciudad de México 2010
MASC Museu de Arte de S. Catarina e Acervo 2008
Coletiva em Bonn Alemanha 2007
Catálogo Galerias Fivars Alicante Espanha 2006
VII Salão Elke Hering 2005

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

China – País do Meio



China para nós, Zhong Guo para os chineses (Tchon Kuó é uma pronúncia aproximada do mandarim – literalmente em nosso idioma, Zhong Guo significa País do Meio).

Sendo o país mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, a China é uma república socialista governada pelo Partido Comunista da China, sob um sistema de partido único. A história da China está registrada em documentos que datam do século XVI a.C. em diante e que demonstram ser aquele país uma das civilizações mais antigas e avançadas do mundo antigo com existência contínua.

Por trás da Cortina de Bambu

Se por um lado os controles econômicos e sociais têm sido progressivamente mais abertos na China desde a década de 1970, por outro, a liberdade política é ainda bastante restrita como é facilmente perceptível quando se está lá – nas ruas, estações de trem, ônibus, aeroportos, nos programas jornalísticos veiculados pela televisão locais, entre outros.

Em 2010, a organização Repórteres sem Fronteiras classificou a República Popular da China na posição 171º (entre 178 estados) em seu relatório anual "Índice de Liberdade de Imprensa".

O governo reprime fortemente as manifestações de organizações e crenças que considera potencialmente uma ameaça para o controle da "estabilidade social", a exemplo do que aconteceu com o protesto na Praça da Paz Celestial em 1989 e como acontece atualmente no Tibete.

Quando estive em Pequim, duas vezes, nos dias 2,3 e 4 e 6,7, 8, 9 e 10 de agosto, a enorme Praça da Paz Celestial era toda cercada por alambrados e tinha o seu acesso restrito por um túnel subterrâneo para verificação, por máquinas de raio-x, de bolsas, mochilas ou pertences que poderiam representar algum tipo de risco a segurança.

Histórias de uma repórter brasileira  

Para saber um pouquinho mais sobre a China indico a obra da jornalista Sônia Bridi, com Fotos de Paulo Zero, denominada "LaoWai" (Estrangeiro), da Editora Letras Brasileiras (2008).   "LaoWai", termo que escutei algumas vezes na China, em especial numa ocasião em que um pai chamou a atenção do filho e apontou para mim dizendo: "LaoWai".

Um país de contrastes


A China é um país fascinante e surpreendente repleto de contrastes envolvidos numa cultura baseada na mescla de mistérios, lendas, guerras, modernidade, tecnologia, entre outras peculiaridades sem fim, onde um viajante pode ter a certeza de que terá uma experiência ímpar – provavelmente a viagem de sua vida, especialmente se viajar sozinho.

Levis Litz
Professor de Tai Chi Chuan e Jornalista - Curitiba - PR.
levislitz@gmail.com | www.TaiChiCuritiba.com.br 
www.FotoseRumos.com | www.RevistaTaiChiBrasil.com.br 

[Foto: Cidade Proibida, Pequim, China. Por Levis Litz]

Uma viagem ao outro lado mundo



A IDEIA

China, Tailândia, Camboja e Vietnã – estes foram os países que, como um viajante mochileiro, visitei por um período de 49 dias – a intenção era dois meses, porque o Tibete também estava incluso no roteiro, mas por questões internas da China, o visto para aquela região foi bastante dificultada – explicarei em detalhes mais adiante sobre isso.

Meu objetivo, além de conhecer e interagir com as mais diferentes e interessantes culturas daqueles países, foi o de conhecer o meu grão-mestre de tai chi chuan, Chen Zheng Lei, o qual sou um dos representantes de sua linhagem no Brasil. Também, aproveitando minha estadia na China, fui a montanha de Wudang, o berço de um tipo de Kung Fu bem diferente daquele que popularmente conhecemos nos filmes que passam na televisão.

A partir desta pequena introdução sobre minhas andanças, que aconteceram durante os meses de agosto e setembro de 2012, vou disponibilizar aqui muito das minhas experiências por lá, os amores e dissabores, os altos e baixos, relatando os fatos que servirão também de dicas que poderão ser úteis para algum futuro viajante.

Até breve!


Levis Litz
Professor de Tai Chi Chuan e Jornalista - Curitiba - PR.
levislitz@gmail.com | www.TaiChiCuritiba.com.br
www.FotoseRumos.com | www.RevistaTaiChiBrasil.com.br 

sábado, 28 de julho de 2012

Levis Litz – Diário de Viagem - Ásia 2012

Como um viajante mochileiro, tenho por objetivo conhecer e interagir com as mais diferentes e interessantes culturas da Ásia.

Entre os países que pretendo visitar encontram-se a China, Tailândia, Camboja, Tibet e Vietnã.

Escreverei um diário de viagem será enviado por e-mail.

É um eventual e informal relato das minhas andanças durante os meses de agosto e setembro e que pode ser livremente encaminhado para qualquer pessoa ou mídia que tenha interesse em divulgar as informações ali por mim postadas.


Se alguém quiser receber estes diários, basta avisar por e-mail para levislitz@gmail.com escrevendo no assunto: “quero receber”.

Espero que apreciem!!!

Levis Litz
levislitz@gmail.com
Professor de Tai Chi Chuan e Jornalista. Curitiba – PR.
http://www.taichicuritiba.com.br/ - http://www.fotoserumos.com/ 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Restauração digital de fotografias antigas e danificadas



Embora estejamos vivendo numa era tecnológica bem acentuada, muitas pessoas não sabem que é possível recuperar fotos que foram danificadas pelo passar do tempo.

Fotografias de lembranças de família, amigos ou de colegas de escola e profissão que gostariam de restaurar se pudessem.

Atualmente com a Internet e com a tecnologia digital, distâncias e defeitos em fotografias não representam mais problemas na maioria dos casos.


Para isso existe uma gama de estúdios de restauração digital de fotografias disponíveis. Entretanto são poucas as especializadas em território nacional.

Exemplo dessa dedicação pode ser encontrada nos trabalhos restaurados por Marta Rajabally - restauradora digital de fotografias (http://www.martafotos.com/) que dispõe de textos de referência e diversas amostras.

Maiores informações e detalhes podem ser obtidos em:

Marta Rajabally - Restauradora Digital de Fotografias
http://www.martafotos.com/
Tel: (11) 4268-0685 / 4439-6578

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fotografia de Gastronomia com Nilo Biazzetto Neto

Fotos: Nilo Biazzetto Neto.
Com 18 anos de experiência em fotografia (10 em fotografia publicitária gastronômica) em seu currículo, Nilo Biazzetto Neto passará parte de seu conhecimento por meio do workshop de Fotografia de Gastronomia, programado para o mês de julho na Escola Portfolio.

Durante o curso (dias 23, 24, 25 e 31), será focada a questão da construção da luz em estúdio, mas principalmente o uso da iluminação natural, condizente com o trabalho de Nilo Neto.

O conteúdo inclui fotografia de peixes, massas, pães, carnes, doces, produções fotográficas conceituais e análises do mercado de fotografia de gastronomia.

As aulas práticas contarão com a participação da chef de cozinha Ana Spengler.
Saiba mais acessando http://www.escolaportfolio.com.br/, ou ligue para 41-3252-2540.


CRONOGRAMA

Segunda, 23 de julho, das 9h às 13h
Apresentação do trabalho do fotógrafo;
O mercado de fotografia de gastronomia;
Definindo valores: simulação de orçamentos com bases reais;
Introdução aos conceitos de luz;
Percebendo as texturas e os volumes;
Entendendo conceitos dentro da fotografia de gastronomia.


Terça, 24 de julho das 9h às 13h

Prática 01
Sob a orientação do fotógrafo Nilo e da Chef Ana Spengler, os alunos irão compreender todo o processo que envolve a prática da fotografia de gastronomia.

Todos terão a oportunidade de praticar muito fotografando os mais diversos tipos de comida: carnes, massas, peixes, doces, pães, sobremesas, produções conceituais, etc.

Quarta, 25 de julho das 9h às 13h

Prática 02

(continuação da etapa prática do workshop)

Terça, 31 de julho, das 19h às 21h30

Avaliação das imagens produzidas em aula prática.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Brasil recebe mostra “Veolia Water Fotógrafos da Natureza”


Brasil recebe mostra “Veolia Water Fotógrafos da Natureza

Serão mais de 70 fotografias vencedoras da competição realizada pelo Natural History Museum de Londres e pela Revista BBC Wildlife;

 Pela primeira vez no Brasil, os amantes da fotografia poderão participar do evento, graças a um concurso paralelo promovido pela Veolia Water Brasil.

Entre os dias 15 de junho e 30 de agosto, o Brasil recebe a exposição itinerante das fotografias vencedoras do concurso Veolia Water Wildlife Photographer of the Year, promovido pelo Natural History Museum de Londres. A competição anual, realizada em conjunto com a revista BBC Wildlife, premia a habilidade em registrar a beleza e a importância do mundo natural.


Na edição de 2011, o concurso recebeu 41 mil inscrições de 95 países e premiou 79 imagens registradas por fotógrafos de 24 nacionalidades.

Entre várias categorias, o prêmio de fotografia do ano foi para Daniel Beltrá, espanhol, fotojornalista da agência de notícias EFE e do Greenpeace, que registrou uma imagem de pelicanos resgatados nas águas do Golfo do México em 2010. Na imagem, os pelicanos estavam passando pela primeira etapa de limpeza em uma instalação de resgate temporário em Fort Jackson, Luisiana.

Paralelamente à mostra, um segundo concurso de fotografia, esse voltado ao público geral, será promovido no País pela Veolia Water Brasil, braço nacional da francesa Veolia Water Solutions & Technologies, empresa de tecnologias em tratamento de água que patrocina a exposição. O Veolia Water Fotógrafos da Natureza terá participação gratuita e será realizado exclusivamente na internet. O vencedor será premiado com uma câmera semiprofissional e terá sua foto veiculada no site oficial do evento - www.culturasub.com/veoliawaterfotografosdanatureza.

 “Trazer ao Brasil uma exposição tão rica como a Veolia Water Fotógrafos da Natureza é um grande acontecimento, sobretudo no momento em que o País recebe o mais importante encontro de nações para debater a preservação ao meio ambiente, a Rio+20. Como uma empresa global voltada para serviços ambientais, desempenhamos um papel crucial em direção a uma economia verde. Tão importante quanto se dedicar à pesquisa e desenvolvimento de soluções que racionalizem o uso de recursos naturais é a promoção de ações e eventos que tenham como ponto central a natureza”, afirma Ruddi de Souza, diretor da Veolia Water Brasil.

A exposição itinerante estará em cartaz em São Paulo entre os dias 15 de junho e 14 de julho, no Espaço Cultural Bovespa. No Rio de Janeiro, ela poderá ser vista de 3 a 30 de agosto no Espaço Tom Jobim do Jardim Botânico.

Serviço:
Exposição
Data: 15 de junho a 14 de julho
Horário para visitação: de segunda a sexta das 9h às 18h
Local: Espaço Cultural Bovespa 
Endereço: Praça Antônio Prado, 48, Centro, São Paulo-SP
Entrada gratuita

Data: 3 de agosto a 30 de agosto
Horário: de segunda à sexta das 10h às 18h; sábado e domingo das 10h às 16h 
Local: Espaço Tom Jobim Jardim Botânico
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 (dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro-RJ)
Entrada gratuita

Sobre o concurso no Brasil:
O Concurso “Veolia Water Fotógrafos da Natureza” tem caráter cultural, é gratuito e promovido pela Veolia Water Brasil via Facebook. As fotografias deverão obrigatoriamente conter imagens relacionadas com o tema “Natureza”. O ganhador receberá uma máquina semi-profissional e terá a sua foto divulgada no site oficial do evento e no Facebook da Veolia Water Brasil.

Mais informações:

Sobre a Veolia:
Divisão de água da multinacional francesa Veolia Environnement, a Veolia Water Solutions & Technologies (www.veoliawaterst.com.br) é líder mundial na prestação de serviços relacionados ao tratamento de água e efluentes líquidos. Presente em 74 países, o Grupo Veolia obteve em 2011 receita de 29,6 bilhões de euros.

No Brasil desde 1993, a empresa atua na divisão de soluções e tecnologias em todas as atividades relacionadas à gestão das águas, projetando, implantando e operando sistemas de tratamento de água e efluentes derivados dos mais diferentes tipos de atividades. Fornece soluções integradas para tratamento de água, efluentes e reúso para mais de 100 clientes, dentre eles Petrobras, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Votorantim Metais, Suzano, Bahia Pulp, Cedae, Monsanto, AcelorMittal e Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST).

Rafting - para quem gosta de aventura e natureza!


Daniel Spinelli. Foto: LL
Era uma vez uma praia secreta... 

Bem, não era assim uma praia, muito menos secreta, mas sim um escritório na Avenida Sete de Setembro, em Curitiba.

Foi ali que conheci a Praia Secreta - décadas atrás. Um dos principais "spots" da aventura responsável em Curitiba. Naturalmente, por consequência, conheci o Daniel Spinelli, o "homem rafting"; gente boa. 

Desde então embarcamos em algumas andanças por aí. Uma viagem para ver as baleias em Santa Catarina, uma expedição experimental de rafting em Guarapuava, PR, um "floating" no rio Nhundiaquara, PR, um campeonato nacional em Tibagi, PR, e "noitadas", festas e danças nas confraternizações entre amigos da Praia Secreta.

Expedição em Guarapuava, PR. Foto: LL
Assim compartilhamos de momentos dignos de muitas risadas. Nessas e naquelas, acabei sendo editor da Revista Praia Secreta, por um tempo. O Daniel e sua esposa foram meus alunos de idioma, também por um tempo. 

Depois, nossos caminhos cruzaram outras vezes, um lanche no Folha Seca, um encontro num evento de Tai Chi Chuan no Barigui e assim foi, por vezes, trilhas que seguiram em paralelo. 

Estas linhas demonstram um reconhecimento de passagens na vida que devem ser alegremente lembradas. 

Aos amigos que procuram uma aventura, um rafting e um tempo de convívio na natureza entre gente boa, indico a: Praia Secreta Expedições.
S

Uma Operadora de Turismo de Aventura; uma Agência de Viagens fundada em 1996. 

Especializada em atividades de aventura como rafting e destinos de natureza, prima seus princípios em protocolos internacionais de segurança e qualidade. 

Sua equipe segue uma declaração de princípios que norteia e inspira cada etapa do trabalho. Estes princípios abrangem assuntos como: respeito ao meio ambiente, relação com as comunidades locais, qualidade, ética, crescimento pessoal, sistema de gestão de segurança e a essência da empresa. Ufa, quanta coisa!

A Praia Secreta é especializada na operação de rafting. Seus principais produtos são operados no Rio Ribeira, a 85 km de Curitiba, no município de Cerro Azul, Paraná.

Rafting é um esporte para quem gosta de aventura e natureza! 

Foto: LL

Mas o que é rafting, afinal?

Resposta -> É a descida de rios com corredeiras em botes infláveis. 

Na Praia Secreta, um condutor de rafting coordena a equipe que rema nas corredeiras e curte as paisagens durante o passeio. 

Se você for um marujo de primeira viagem, nem esquente, não é preciso ter experiência para praticar, e, na dúvida, você pode escolher entre rafting leve, moderado ou radical.

Entretanto, além das corredeiras de um rio, a Praia Secreta é consciente do seu papel de agente no desenvolvimento social do país bem como do desenvolvimento sustentável nos locais em que atua. Para isso, elabora, apoia e realiza projetos de forma integrada com os contextos social, cultural e ambiental dos destinos, bacana, não é? 

No Município de Cerro Azul, fazem parte do plano de trabalho da Praia Secreta as seguintes ações:

<!--[if !supportLists]-->       <!--[endif]-->Trabalho de incentivo à preservação ambiental – Trabalho de turismo utilizando os princípios da conduta consciente em ambientes naturais, promoção local de uma postura ambientalmente responsável e a realização de ações ambientais envolvendo clientes e a comunidade.

<!--[if !supportLists]-->       <!--[endif]-->Apoio Social – Arrecadação de donativos em Curitiba através da campanha “Rafting Solidário” com a participação de clientes e colaboradores da empresa. Trabalhos de desenvolvimento humano para líderes comunitário. Entidade local parceira: Pastoral da Criança de Cerro Azul.

Toda a equipe da Praia Secreta atua incentivando o desenvolvimento da comunidade de Cerro Azul, prestando consultoria gratuita e incentivando os empreendimentos locais que dependem prioritariamente da renda obtida através da atividade de rafting no município.

Puxa, depois de tanta informação, dá até vontade de sair de casa e "raftear" por aí... com a Praia Secreta, é claro!

Ficou tentado? Então navegue um pouco mais e descubra um mundo novo e muito legal... não precisa ir pegando o remo, apenas visite www.praiasecreta.com.br e delicie-se com fotos, vídeos e muito mais informações.

Quem sabe a gente não se encontra num desses botes por aí, corredeiras abaixo...

Um grande abraço,

Levis Litz

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