quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Fotografia básica para adolescentes

Luiza Poniewas
Dia 2 de março começa a nova edição do curso básico da Escola Portfolio, destinado a jovens fotógrafos de até 17 anos. Sempre às sextas-feiras, das 14h às 17h20, as aulas teóricas e práticas seguem até 29 de junho.

Nelas serão ensinadas técnicas para captura e edição de imagens, montagem de vídeos, produção de retratos e intervenções artísticas na fotografia.A proposta do curso ainda busca desenvolver o ‘pensar’ fotográfico com aulas bastante experimentais e dinâmicas, sempre exercitando a criatividade.

Foto de Carolina Lima


Para participar do curso, o adolescente deve possuir câmera fotográfica com função manual, que permita o ajuste de abertura, velocidade e ISO.

A Escola Portfolio está localizada na Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico de Curitiba.

Saiba mais acessando http://www.escolafotografica.com.br/, ou ligue para 41-3252-2540.

Portfolio Escola de Fotografia
Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico. Curitiba-PR
41-3252-2540 / http://www.escolaportfolio.com.br/  
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Fotos e Rumos - www.fotoserumos.com

Pontos históricos – Não deixe fora do seu roteiro de viagem

No momento de detalhar um roteiro de viagem, prioriza-se os lugares mais bonitos e conhecidos, normalmente, são praias, pontos turísticos, monumentos e os belíssimos pontos históricos. As riquezas naturais atraem muita atenção, no entanto, os pontos históricos carregados de beleza, história e cultura merecem todo o prestígio. Durante a viagem, estes locais tão importantes para a história do país não podem faltar no roteiro, tanto para conhecer melhor a construção da identidade brasileira, a influência estrangeira, observar a estrutura arquitetônica, quanto apreciar a beleza dos monumentos.

Rio de Janeiro
Cristo Redentor. Foto: Levis Litz

O Rio de Janeiro é uma referência em pontos históricos, pois os belos monumentos atraem turistas do mundo inteiro. Um de seus principais cartões-postais foi eleito uma das sete novas maravilhas do mundo, e ainda remete imponência ao turismo na região. A maravilha em questão é o Cristo Redentor, a majestosa estátua aclamada pelo país inteiro desde sua inauguração, em 12 de outubro de 1931. A estátua possui 38 metros de altura e mais de mil toneladas e está a 710 metros do nível do mar, no Corcovado. O cartão postal é um dos locais mais visitados na cidade e o acesso pode ser realizado de carro ou trem até o pé do morro e para o trajeto até os pés da estátua existem elevadores e escada rolante.

Os Arcos da Lapa é outro retrato que nos remete a história e aos encantos do Rio de Janeiro. O monumento foi construído no período colonial, utilizado para fornecer água do Rio Carioca para a população. Atualmente, o viaduto serve de passagem para os bondes que ligam a Estação Carioca ao bairro Santa Teresa. O monumento foi construído ao estilo romano e possuem 42 arcos duplos de alvenaria. O local é ponto indicado para quem gosta da boemia, pois o bairro da Lapa é repleto de bares para todos os gostos.

A Igreja da Candelária é outro ponto histórico da capital, construída no século XVIII, a igreja possui revestimentos em mármore, portas detalhadas em bronze e lindas pinturas ilustrando seu interior. O Pão-de-açúcar também é um exemplar da exuberância carioca, e é outro passeio indispensável! O acesso é realizado por meio de um teleférico, conhecido com bondinho e do monumento é possível avistar uma paisagem deslumbrante, incluindo várias praias, parte da vegetação da Mata Atlântica e o Forte Santa Cruz. Para conhecer cada detalhe da cidade, é imprescindível que tudo seja organizado com muito detalhes. Como a cidade é muito visitada, independente da época do ano, reservar um hotel no Rio de Janeiro é algo que deve ser feito com antecedência, pois garantir uma hospedagem que atenda as necessidades, em cima da hora, é quase impossível.

Fortaleza

Fortaleza. Foto: Levis Litz

Outra cidade brasileira que dispõe de belos pontos históricos indispensáveis no roteiro da viagem é Fortaleza, capital do Ceará. O Museu da Cachaça é um exemplo, ele fica localizado em Maranguape e conquista muitos turistas curiosos quanto ao processo de fabricação dessa iguaria brasileira, admirada no mundo inteiro. A Ponte Metálica é outro ponto indispensável durante sua viagem por Fortaleza. Ela é enfeitada com painéis de fotos ilustrando os momentos marcantes da ponte e é um ótimo lugar para observar o pôr-do-sol, além disso, possui diversas barracas e um restaurante com o melhor da culinária local.

A primeira instituição museológica do estado, o Museu do Ceará, é uma alternativa cultural para conhecer e melhor compreender um pouco da história nordestina. Seu acervo reúne por volta de sete mil peças que representa a cultura regional. A Casa José de Alencar, morada do escritor romancista é outro ponto histórico da capital, bem como o Museu do Maracatu com todos os detalhes de uma das manifestações culturais mais latentes no nordeste brasileiro. O Teatro José de Alencar encanta os olhares com sua fachada “Art Noveau”, vitrais coloridos e estrutura metálica escocesa. Fortaleza possui vários outros lugares interessantes para a visitação. O turista pode instalar-se num dos hoteis em Fortaleza na região central, para assim, aproveitar com mais tempo todas as opções históricas que a cidade tem para oferecer.

Para melhor aproveitar qualquer uma dessas cidades, o indicado é que você organize com antecedência sua viagem. Compre as passagens e garanta os melhores preços, com pelo menos, três meses de antecedência, além de fazer a reserva hotel, pois as cidades recebem turistas o ano inteiro. Acesse o site da FalaTurista e consulte as opções de hospedagens nas duas cidades.

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Texto: http://www.falaturista.com.br/ - Fotos: Levis Litz
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Levis e Valesca - 25 Anos : 1987 - 2012 : Bodas de Prata

Foram 25 anos movimentados para Levis e Valesca


25 anos juntos [1987 - 27 de Fevereiro - 2012].
Parece que foi ontem.
Tempo de um relacionamento infinito.
Foram mais de 300 meses,
mais de 9 mil dias e noites,
mais de 170 mil horas - lado a lado.
Mais de 50 países,
muito além de 300 fronteiras,
para lá de infinitas bandeiras.
Dividindo soluços e risadas,
alegrias e tristezas,
medos e esperanças,
Sonhando com um mundo melhor,
produzindo uma vida melhor,
compartilhando o que temos - de melhor.
Estar 25 anos juntos...
Olhar, reviver, lembrar...
É hora de Comemorar; enfim!

BODAS DE PRATA

Palavras de Emerli e Almério

Que viagem!


O casamento de vocês é uma verdadeira viagem, não geográfica, mas “espírito/afetiva”. Vocês dois são pessoas encantadoras, que juntas dotaram os lugares pelos quais passaram de novos significados. Vocês não mudaram o mundo, mas ao passearem pelo mundo, pelos seus becos e encostas, mudaram a sua própria maneira de ver o mundo.

Mudar a maneira de ver significa que novos horizontes foram sendo incorporados aos antigos. A cada paisagem que passou fora e dentro de vocês, novas pessoas nasceram das entranhas de vocês mesmos.

Tem gente que diz que um casamento, a cada ano que passa, é um novo casamento, pois as pessoas se transformam com a vida , portanto, fazer bodas é ter dito sim para o novo outro que nasce em si, e para o novo outro que nasce no parceiro ou parceira e principalmente é continuar sabendo que a viagem juntos vale pelas paisagens todas, vale por todas as experiências, certas vezes dolorosas, outras vezes suaves e bonitas.


Ficamos muito felizes que o casamento de vocês seja realmente uma celebração à vida, uma aceitação da constante mudança e uma viagem, sem destino ou com destino, não importa.

Olhar para vocês é perceber um casal que tem dentro dos olhos um mundo de experiências compartilhadas, dentro do coração um universo de sentimentos e abaixo dos pés, o mundo todo.

Como possuem braços e mãos estendidos, sempre os vemos com outros, com amigos, e festejamos a sorte de compartilharmos também de sua amizade. É uma honra festejar este casamento, esta viagem.

A medida que os 25 anos passam...


As quatro estações; muitas emoções.
Outono, inverno, primavera e verão.
As folhas brotam, florescem e voam.
A fênix, em seu esplendor, renasce.
A beleza da vida é contínua.
Seu momento eterno de ser - é hoje.
27 de fevereiro - Exclusivo e íntimo, nosso.
Sustentado pela alegria ímpar de viver.
Objetivos atingidos; sonhos realizados.
O amor e a felicidade, sempre, a cada dia.

A revista
 


Fotos e rumos; fatos e viagens.
Leia a revista comemorativa dos 25 anos de Levis e Valesca em Livro Virtual:
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Viajantes: o desejo de deixar o previsível


Morro do Anhangava, Paraná.
Fotos: Acervo Emerli Schlögl

Fotos e Rumos entrevista
a psicóloga Emerli Schlögl

Por Giulia Fontes

Em conversa com a viajante Emerli Schlögl - visitante de horizontes distantes como a Índia (Hampi e Madras), o Peru (Machu Picchu) e o Nepal (Katmandu) - Fotos e Rumos desvenda as motivações dos viajantes e o aprendizado que se pode obter de tais jornadas.

Fotos e Rumos - Qual foi sua viagem mais marcante?
Emerli Schlögl – Foi a primeira vez que fui à Índia. Fui profundamente marcada pelos aromas, pessoas, cores e sons da Índia. Encontrei muita vida e vi imagens que ficaram gravadas em minha memória como obras de arte.  

Fotos e Rumos - O que motiva alguém a ser um viajante?
Emerli Schlögl - A gente viaja porque é curioso, porque quer aprender, porque sabe que as pernas e o corpo todo querem movimento, querem cruzar fronteiras. A cabeça quer descansar não apenas em travesseiros, mas também em troncos e pedras. As mãos querem afagar o vento em seus quatro cantos e por saber-se viajante na própria vida nos sentimos atraídos pelos caminhos do mundo.

Fotos e Rumos - O que é preciso para se tornar um viajante?
Emerli Schlögl - É preciso sentir-se disposto, alegre com a ideia de ir. É preciso não se importar tanto com deixar o conforto do lar e do previsível. Enfim, mesmo que desconheçamos este fato todos nós somos viajantes. Pois, uma vez que deixamos o ventre materno, já nos colocamos na vida e nos caminhos e todos nós já percorremos inúmeros itinerários.

Fotos e Rumos - Como conciliar o cotidiano com as viagens? Suas experiências como viajante modificaram a sua forma de trabalhar e de fazer tarefas rotineiras?
 Emerli em visita ao Templo dos Mil Pilares, Índia.
Emerli Schlögl - O cotidiano, previsível e planejado é o outro lado da história, e uma história sempre tem dois lados. Não é mesmo? Não precisamos conciliar nada, o todo pressupõe que os opostos, os paradoxos coexistam em nós e fora de nós. Certamente, viajar nos ensina muito! Incorporamos cada pedacinho de experiência de viagem a toda uma vida que tivemos e ainda teremos.


Fotos e Rumos - É possível identificar diferenças entre o comportamento de um viajante e o de uma pessoa comum, no dia a dia?
Emerli Schlögl -
O viajante também é uma pessoa comum, todos somos comuns, por mais que sonhemos em nos diferenciar, em sermos especiais por um motivo ou por outro. Mesmo quem nunca saiu de sua cidade pode ser um viajante. Me lembro de viagens que fiz na infância e que marcaram profundamente minha vida. Principalmente as viagens que fiz ao terreno baldio que ficava ao lado da casa de meus pais, recordo dos buracos no chão, do cheiro da grama, das cabras saltitantes, da flor que ficava à altura de meus olhos enquanto eu deitada na terra a contemplava em seus detalhes. Esta viagem foi muito importante em minha formação e marcou meu comportamento para sempre. Somos todos viajantes comuns e temos nossos comportamentos modelados por todas as paisagens que nos penetraram os ossos.

Mangalore, Índia.
Fotos e Rumos - O que um viajante pode aprender a partir do contato com culturas diferentes?
Emerli Schlögl -
Além de treinar sua própria flexibilidade o viajante pode aprender que o mundo é plural, que a verdade é relativa e pessoal, que existe beleza para além da própria perspectiva narcisista que faz com que não reconheçamos os valores daqueles que são diferentes, ou ainda evitar que caiamos na ilusão, também narcísica, de sermos superiores e melhores.

Fotos e Rumos - Muitos viajantes conhecem seus destinos apenas pelas janelas de hotéis, limitando-se a visitar pontos turísticos. Esse tipo de viagem é relevante como aprendizado? Conviver com nativos, vivendo seu cotidiano e seus dilemas diários, torna a visita mais proveitosa?  Não podemos e não temos o direito de julgar os outros em suas opções a atitudes, desde que estas não impliquem em causar danos a outrem. As escolhas e aprendizados na vida são peculiares a cada um. Viver com os nativos é ótimo para quem assim o desejar, ou ficar contemplando da janela de hotel também pode ser muito bom para aquele que assim deseja. Cada pessoa comum é também especial e única, este é seu outro “lado da moeda”, portanto suas atitudes e escolhas devem ser respeitadas.

Fotos e Rumos - Algo mais que você gostaria de dizer ao nosso leitor?
Emerli Schlögl - Você já é um viajante, e as viagens são escolhas suas, siga sua rota e boa viagem!

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Emerli Schlögl -
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fotografia - cemmenosdez

Movimento de 1922 reinventado pela fotografia paraense

Noventa anos se passaram desde que um grupo de artistas decidiu mostrar as inquietações de sua época, o que ficou na história como a “Semana de Arte Moderna de 22”. Anita Malfatti e Di Cavalcanti, pintura, Victor Brecherett, escultura, literatura dos irmãos Mário e Oswald de Andrade, arquitetura de Antonio Garcia Moya e música de Heitor Villa-Lobos são alguns dos nomes mais destacados. Curiosamente, a fotografia, já muito usada na época, foi deixada de lado. E é ela que vem agora fazer uma releitura contemporânea do Movimento Modernista.

De 13 de fevereiro até 16 de março na Galeria Theodoro Braga do CENTUR, em Belém-PA, 13 fotógrafos (Alan Soares, Alberto Bitar, Elza Lima, Emídio Contente, Fatinha Silva, Flavya Mutran, Ionaldo Rodrigues, Luciana Magno, Michel Pinho, Miguel Chikaoka, Luiza Cavalcante, Pedro Cunha, Walda Marques) e 01 artista visual que utiliza a fotografia (Roberta Carvalho), prometem “recontar” essa história, cada um interpretando uma obra modernista.


Elza Lima Macunaíma - Expo 100menos10

“100menos10" trás uma visão paraense dos 90 anos da semana que abalou as bases das artes no país. Segundo o curador e idealizador do da exposição, o também fotógrafo Guy Veloso (que expôs recentemente na 29ª Bienal de SP), “mais que um deslumbre nostálgico, queremos desde já levantar questões, trocar estática pela estética. Pensar o que estes 10 anos até o centenário nos reserva”.

Além dos que estiveram presentes em 1922, foram “convidados” à festa Tarcila do Amaral e o paraense Ismael Nery (ambos à época na Europa), tão como um contemporâneo, o ator e diretor Zé Celso Martinez, que até hoje prega os ideais antropofágicos em suas peças. A coletiva contará também com a intervenção da artista Drika Chagas que fará em grafite estilização de desenhos arqueológicos Amazônicos. Um paralelo interessante, já que Roberta Carvalho utilizará simultaneamente técnicas high-tech de projeção digital.

SERVIÇO:
Abertura: 13 de fevereiro, 19h
Local: Galeria Theodoro Braga- CENTUR. Av. Gentil Bittencourt, 650. Belém-PA.
Visitação gratuita. É permitido fotografar!
De 14.02 a 16.03.2012, de segunda a sexta-feira, de 09 às 17:30 h.

HORÁRIOS DE VISITAÇÃO EXTENDIDOS: Uma curiosa inovação trazida pelo curador, as “Sessões Coruja”, nos dias 02 e 09/03, quando a visitação se estenderá até 21h

Twitter: @100menos10
Site: www.100menos10.com.br (a partir de 10.02)
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Senhoras e Senhores, apresento-lhes Giulia Fontes!

Giulia Fontes
Giulia Fontes, curitibana.  Cursou Ensino Fundamental e Médio no Colégio Nossa Senhora Medianeira, o qual concedeu-lhe o prêmio “Excelência Acadêmica – Santo Inácio de Loyola”, destinado ao melhor aluno entre os formandos do Ensino Médio. Na instituição, participou de seis edições da coletânea de textos dos alunos, publicada anualmente pelo Colégio. Através dela, ainda, participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica Junior (PIBIC Jr) na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC – PR) em 2011. Durante o programa, desenvolveu pesquisa a respeito da filosofia de Maurice Merleau – Ponty, a qual foi exposta no XVIII Seminário de Iniciação Científica (SEMIC) sob o título “Corpo, Comportamento e Subjetividade na Filosofia de Merleau-Ponty”.  Concluiu curso de Inglês pelo Phil Young`s English School em fevereiro de 2011, por meio da aprovação no Institutional Test of English as a Foreign Language (TOEFL).  
Giulia foi aprovada em primeiro lugar nos processos seletivos 2011/2012 da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para o curso de Comunicação Social – Jornalismo, e do Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA), para o curso de Direito. Iniciando em 2012 sua formação como jornalista, pela UFPR.
Atualmente tornou-se colaboradora voluntária (free-lancer) do Portal Fotos e Rumos (www.FotoseRumos.com) e da Revista Tai Chi Brasil (www.RevistaTaiChiBrasil.com.br). Seus trabalhos podem ser acompanhados por estas mídias, como também pelo seu blog: http://giuliafontes.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

História de Viagem - Balneário Camboriú

Balneário Camboriú. Foto: Levis Litz
Camboriú quer dizer: "onde há robalo"
 
Um dos principais destinos turísticos do verão tem sido o Balneário Camboriú. Descobrir suas praias e recantos é ir ao encontro das belezas que o litoral de Santa Catarina tem a oferecer.

O Balneário Camboriú com a curva do mar beijando a praia que fica aos pés de altos edifícios é um dos pontos mais badalados do litoral catarinense. As praias do Buraco, dos Amores, de Camboriú, Laranjeiras, Taquarinhas, Taquaras, do Pinho, Estaleiro, Estaleirinho e Mato de Camboriú são pontos de lazer e divertimento para todos os dias de temporada.

Atraídas pelo clima e pela fertilidade do solo, famílias procedentes de Porto Belo desembarcaram na Foz do Camboriú , povoando a região em 1758. O distrito passou a ter autonomia em 1964, tornando-se o município Balneário Camboriú, nome originário do tupi, que quer dizer "onde há robalo".

Litoral muito bem servido

Viajando de motocicleta pelo litoral de Santa Catarina, depois de uma visita a Praia de Camboriú, paramos - Valesca e eu, para almoçar em Laranjeiras, num restaurante com o mesmo nome. Após uma farta e deliciosa refeição, fomos até a ponta da praia e vimos, ao longe, uma árvore solitária em cima de uma pedra envolvida pelas raízes. Como ficava um pouco distante e de difícil acesso, resolvi fotografar do local onde me encontrava. Foi a condição necessária e suficiente para me encantar com a beleza dessa paisagem tão pitoresca. Laranjeiras, uma pequena enseada a seis quilômetros do Balneário Camboriú, é considerada um importante sítio arqueológico do país com fósseis de civilização com cerca de três mil anos, mas o que fascina os visitantes é a beleza da cor de suas águas e a Mata Atlântica que a cerca.

Continuando o passeio no mesmo dia, enfrentamos estradas de chão tortuosas e bastantes íngremes, que são um desafio para motoristas arrojados, em automóveis sem tração nas quatro rodas. Naquela época não havia asfalto como existe hoje. Lembro que vimos uma família que tentava subir de Laranjeiras para Taquarinhas. Como eles não podiam pegar embalo, pois na curva no alto poderia vir um carro em sentido contrário, iam devagar. No meio da subida, o carro não agüentou e parou. A mulher gritou "coloque em primeira". Ele respondeu, meio nervoso,"já estou em primeira". O automóvel começou a descer lentamente de ré. Apavorada com o carro em movimento, a mulher desceu rapidamente e tirou seus dois filhos. Assim, com o veículo mais leve, o marido conseguiu, numa proeza, fazer uma manobra de retorno. No fim, todos ficaram bem, mas deixaram, naquela época, de conhecer Taquaras e Taquarinhas, praias cinematográficas, um cenário de sonho, com areias em tons dourados e vegetação intocada. Infelizmente, não é própria para banhos, devido as suas ondas fortes e declive acentuado da margem. O conjunto desse lugar é magnífico, bem brasileiro, com um céu azul,águas verdes, espumas brancas e areia dourada.

A natureza como ela é!

Praia do Pinho, a famosa praia de nudismo - o primeiro local oficial de naturismo do país. Já escutei muitas histórias desse lugar. Logo que chegamos, observei ao lado esquerdo duas árvores que serviam como uma moldura natural para os costões ao fundo. Aquela era uma imagem e tanto! "Vou fotografar", pensei. Como alegria de fotógrafo dura apenas um click, leio numa placa fixada na árvore da direita "proibido filmar e fotografar".

Entendendo a situação, para não fotografar as banhistas nuas, procurei alguém responsável que me permitisse registrar aquelas árvores. Como minha intenção era honesta, "não seria muito difícil obter o consentimento", concluí. Tudo acertado com um responsável da região, comecei a tirar fotos coloridas. O responsável foi embora e deixou-me fotografando. Troquei de câmera para fazer fotos em preto e branco. Satisfeito com a oportunidade, eu já estava pensando nas demais praias exuberantes da região que iria conhecer.

O litoral de Santa Catarina é uma fonte inesgotável de alegria e diversão e possui uma excelente infra-estrutura para turistas. Opções não faltam e vale a pena conferir e curtir!

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Nota: este texto reflete fielmente os fatos quando publicado, entretanto, alguns de seus dados podem ter sido alterados com o tempo. Certifique-se de obter informações atualizadas por outras fontes antes de tomar este texto como referência.
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Depoimentos sobre Levis Litz

Levis Litz
“Levis Litz é um professor admirável, não apenas pelo profundo conhecimento a respeito do Tai Chi Chuan, mas também pela imensa dedicação e carinho com que ministra seus ensinamentos. Generoso, ele busca sempre compartilhar tudo o que sabe, além de ser um grande entusiasta e um divulgador incansável dessa arte marcial chinesa. Em março de 2009, o irlandês Niall O’Floinn, professor sênior de Tai Chi Chuan, esteve em Curitiba e ministrou vários cursos. Ali ficou evidente o quanto os ensinamentos de Levis Litz são avançados e precisos, pois todos falávamos a mesma linguagem, independentemente do grau de desenvolvimento do Tai Chi de cada um. Também fiquei muito orgulhosa ao perceber o enorme respeito de Niall O’Floinn por Levis Litz. Afinal, o irlandês é um dos mais destacados professores de Tai Chi Chuan em todo o mundo e reconhece a qualidade do trabalho desenvolvido por Levis Litz! Acredito que os seres humanos de espírito elevado buscam formas de tornar melhor a vida das pessoas, e Levis Litz faz isso por meio do Tai Chi. De minha parte, posso dizer que minha vida tornou-se mais saudável e produtiva depois do Tai Chi Chuan – e devo isso ao meu querido professor.”
Maria Celeste Corrêa
Jornalista e Escritora

"Agradeço ao Levis por me ensinar a Forma dos 18 Movimentos e o Lao Jia Yi Lu do estilo Chen de Tai Chi Chuan. Em especial, agradeço sua paciência, alegria e dedicação ao ensinar, assim como sua criatividade ao criar exemplos e imagens para que eu conseguisse assimilar melhor os movimentos e as suas sutilezas. Graças ao seu entusiasmo e generosidade em compartilhar suas descobertas, assim como essa mente geradora incansável de ideias para promover o Tai Chi, hoje temos essa conexão com professores de alto nível do estilo Chen. Suas instruções precisas e preciosas durante as aulas estabeleceram uma base para que eu pudesse aproveitar muito melhor a vinda do Professor Niall O`Floinn a Curitiba. Mãos em prece. Muita paz e chi...
Bruno Davanzo
Professor de Tai Chi Chuan e Diretor da Academia Paramitta

"Agradeço a vida e aos mestres de Tai Chi Chuan pela graça de ter o Levis como professor. Ele é ótimo porque vive intensamente o que ensina. Está sempre presente e é generoso ao passar conhecimentos, tanto práticos quanto teóricos, disponibilizando tudo o que sabe, o que aprendeu e aprende, pois está sempre aprofundando sua prática. É imparcial com todos alunos, respeita o tempo e os limites de cada um. E tudo isso com a tranquilidade, a leveza e a força do TaiChiChuan. Todos nós temos muito a agradecer e torcer para que ele continue nos auxiliando, ensinando e incentivando a continuar nesse caminho de aprender e viver o Taichi."
Elli Nowatzki
Professora de Tai Chi Chuan
Formada em Tai Chi Chuan da Escola Brasileira de Medicina Chinesa

"Comecei a praticar o Qigong em 2003, com o prof. Cláudio Guanabara, que é um excelente professor de Qigong e Tai Chi, com o qual estudei por 4 anos, até 2007. Durante este período, em várias ocasiões ele me convidou e incentivou a praticar o Tai Chi Chuan no estilo Yang, que era o estilo que ele praticava. Confesso que o estilo Yang não me atraía profundamente, não falava ao meu coração. E com o passar do tempo, é claro que acabei por abandonar a prática deste estilo por não me identificar com ele. Porém, ao mesmo tempo, havia visto em vídeos e documentários alguns praticantes do estilo Chen, e achava esse estilo muito interessante e com uma plasticidade fascinante. Mas eu tinha um problema: não conhecia ninguém em Curitiba que praticasse este estilo. Até que em 2007, acabei conhecendo o Levis que foi o primeiro praticante de estilo Chen que conheci em Curitiba. Depois de muita conversa e resistência minha (após a interrupção da aulas que tive com o Cláudio, me dediquei exclusivamente à prática do Qigong), fui convencido à praticar a Forma do Pequeno Círculo do Mestre Lam Kam Chuen, e finalmente, por influência do Levis, me vi estudando o estilo Chen, começando com a forma de 18 movimentos. Para mim é uma honra ser aluno do Levis, que não somente é um excelente professor, como também é um grande amigo (quase um irmão), e a meu ver é um exemplo entre os praticantes e divulgadores do Tai Chi Chuan, que trava uma batalha incansável na divulgação da prática do tai chi chuan no Brasil. Realmente, a única palavra que me ocorre para descrever o Levis como professor, amigo e praticante é: admirável! Que nossa prática como estudantes do Tai Chi Chuan possa refletir todo empenho e dedicação que o Levis tem em ensinar os seus alunos."
Anderson Rosa
Professor de QiGong e membro da Assoc. Internacional de Praticantes de Tai Chi Chuan

Niall O´Floinn e Levis Litz
"I met Levis Litz in 2009 and he has studied with me on 2 teaching tours of mine to Brazil and also he studied for 1 month at my Tai Chi Academy in Ireland and privately in my house over a 3 week intensive period. His dedication and passion for learning and promoting Taijiquan as well as his teaching skills are a valuable asset to the world Taijiquan community. I wish him the best of success with his development and can recommend him as a good teacher for anyone wishing to begin Chen Style Taijiquan."
Niall O`Floinn - Director of studies of the Galway Tai Chi Academy, Ireland.
Senior student of 12th generation Chen Taijiquan lineage holder, Wang Hai Jun.

"Querido amigo Levis! Fico muito feliz em ver sua determinação em seguir o caminho escolhido. Tenha certeza de que muitas floradas e frutos mais doces ainda virão com o tempo. Meu sincero desejo é que você se torne um com o Tao e que o Tai Chi seja sempre um rio fluindo, refrescante e renovador. Continue a ser o exemplo que sempre foi de empenho e de realização."
Carlos Alberto Assis
Médico, pianista e acupunturista

"Levis, no puedo creer lo que encontré. Hay muy pocas personas en este mundo capaces de entregar algo desinteresadamente. Esto muestra el gran corazón que tienes y la excelente persona que eres. Realmente he quedado sorprendido, impresionado, estupefacto (inmóvil). Espero tener el honor de volver a practicar contigo y entregarte los pocos conocimiento que tengo de taichi chen. Ya me voy mañana y no tengo claro cuando volveré [a Curitiba], pero estoy seguro que si volveré. Estamos en contacto."
Jaime Diaz Del Pozo
Analytic, Reporting & Integration Latin America Leader at Ingersoll Rand
Santiago, Chile

"Inicialmente, comecei a participar das aulas no Colégio Medianeira com o professor Levis Litz, como forma de tomar conhecimento sobre Tai Chi. Por vezes me sentia um tanto acanhado e as primeiras aulas pareciam não fazer muito sentido. Entretanto, com o tempo fui percebendo que a prática de Tai Chi exige consciência corporal e disciplina, o que nos conduz a uma situação de auto-controle , ou seja, não deixarmos que nosso dia-a-dia seja conduzido pelo piloto automático imposto pela vida moderna e passarmos a percebermos mais nosso corpo, a energia corrente, nossas falhas de respiração e mantermos o equilíbrio em momentos de tensão. Sou apenas um iniciante mas, cada vez mais, começo a perceber os benefícios desta prática”. "
Dorival da Silva
Empresário

"Fiz duas oficinas de Tai Chi Chuan com o Levis. Apesar de não ter prosseguido com as aulas (por preguiça), levo a impressão sobre o que realmente o Tai Chi Chuan pode representar para seus praticantes. Pode parecer mentira, mas consegui praticar, digamos, no modo de ser e encarar os problemas e dificuldades no dia-a-dia. É isso. Se em duas aulas cheguei a isso, é porque quem faz, faz porque acredita, não fala, é."
Fabiano Pinkner Rodrigues
Professor de Português

É muito bom ter o maravilhoso espaço do Colégio Medianeira, a orientação do Professor Levis, a companhia das pessoas do nosso grupo, para a prática do Tai Chi Chuan”.
Silvana Cristina Deliberador Martinelli
Fonoaudióloga

Levis Litz se apresentando no
Dia Mundial do Tai Chi Chuan
"Em Curitiba, como em muitas cidades do Brasil e do mundo, acontece o Dia Mundial do Tai Chi, uma comemoração bacana que reúne praticantes de vários estilos de Tai Chi Chuan. Este ano apresentei, com o meu grupo, a Forma do Pequeno Círculo, do Mestre Lam Kam Chuen, que me foi ensinada pelo professor Levis Litz. Com ele também me iniciei na Forma Yang e na Forma de Pequim de 24 movimentos. Entretando, sempre o assisti, tanto em Curitiba, como em São Paulo, em 2007, demonstrando o Estilo Chen de Tai Chi Chuan. É bem interessante.”
Augusto Svolenski
Engenheiro Florestal

"O Levis é professor de Tai Chi chuan em minha escola há 3 anos e sempre observo suas aulas e após sua viagem à Irlanda em 2009 para aperfeiçoamento no estilo Chen, pude notar que é realmente um estilo fantástico. Durante sua apresentação no Dia do Acupunturista promovido pelo SATOPAR, as pessoas ficaram muito interessadas em aprender este estilo."
Luci Aquemi Hayashi Machado
Diretora Geral - Instituto Morita Hayashi
Coordenadora Regional da EBRAMEC - Escola Brasileira de Medicina Chinesa

“Não sou praticante do estilo Chen (por enquanto). Mais por falta de tempo que de vontade. Quando vejo o Levis praticando, penso: “isso é para poucos!”. Ao refletir vejo que é um equívoco pensar assim. Meus alunos também devem pensar o mesmo ao me ver praticando (estilo Wu). Mesmo assim não deixam de praticar e vencer seus próprios limites. A harmonia de movimentos fortes com suaves, rápidos com lentos e as belíssimas posturas marciais refletem um estilo único. É muito bom assistir o estilo Chen! Praticar deve ser melhor ainda!”
Cid Vicentini Silveira
Professor de Estilo Wu de Tai Chi Chuan

“Por diversas vezes participei de eventos realizados em Curitiba em comemoração ao Tai Chi Chuan, em especial os relativos ao Dia Mundial do Tai Chi Chuan, quando apresentei com o meu grupo o estilo Pai Lin de Tai Chi Chuan. Nessas ocasiões tive a oportunidade de ver a apresentação magistral pelo Professor Levis Litz, do Estilo Chen de Tai Chi Chuan. Achei muito bonita e interessante tal forma.”
José Onofre Nunes
Professor do Estilo Pai Lin de Tai Chi Chuan da Escola Harmonia e Movimento

"Meu antigo professor de Tai Chi. Que saudades das nossas aulas. Eu gostava muito, ainda lembro, andei praticando esses dias. O Levis é um ótimo professor."
Tauani Vieira
Estudante

Levis Litz aprimorando
seu  Tai Chi Chuan na Irlanda
"O Levis não é um simples professor de Tai Chi, mas um tremendo orientador! Durante as aulas que ministra – além de buscarmos a harmonia e a paz interior pelos movimentos – nos incita a meditar, durante os exercícios, para atingirmos a serenidade mental (movimento aliado a respiração – concentração = quietude mental). Sentir o corpo respeitando suas limitações, observar os movimentos, respirar e levar a mente ao estado sereno, foi isso o que aprendi nas poucas aulas que participei."
Ana Paula Reis
Farmacêutica

"Não sei se consigo chamar o Levis de Professor, afinal de contas, foram poucos momentos em que ele me forneceu conhecimento (...) Ele é uma soma de Mestre Miagui, Yoda, com a experiência de mochila que supera muito Zeca Camargo por ai. Para quem procura, encontrar alguém que possa transmitir a essência e a experiência do Tai Chi, Levis é o cara!"
Felipe Salomão
Estudante

"Tenho reparado que o Levis tem uma característica muito especial, a de destacar nas coisas e nos outros aquilo que pode ser expressivo positivamente. Por exemplo: ele soube pegar a ideia do Tai Chi, explorá-la, estudá-la, buscar conteúdos e pessoas (como Niall O`Floinn, Naiana Bregolato, Maurício Bastos, Luci Hayashi, Bruno Davanzo etc...) e graças a esses esforços tivemos eventos importantes como a pós em Tai Chi Chuan, o seminário e assim vai. Um parêntesis: esses dias achei o vídeo do Levis no youtube sobre como cuidar do lixo. Achei a ideia muito legal. Então percebo que você tem a capacidade de abrir portas para ideias e pessoas. Você consegue promover as ideias que surgem e a pessoas que caminham ao seu lado. Parabéns! Se repararmos bem, veremos que seus esforços são recompensados e trazem benefícios aos outros."
Péricles Zacarias Abrahão
Professor de Tai Chi Chuan
Levis Litz com o Mestre Wang Hai Jun
Limerick, Irlanda

"Figuras especiais como o Levis são exemplos para a gente! Num mundo de tanta concorrência, em que os "fins justificam os meios.", Levis se destaca pelo profissionalismo, pela perfeccionismo, pela simplicidade, pela figura marcante que cativa a todos! Pequenos gestos mostram o grande homem que o Levis é."
Eliene Otta
Ortodontista

"O Levis foi meu aluno em meados da década de 90. (...) Eu lembro dele como o aluno que tinha estudado na Inglaterra, que havia participado, lá, de grupo de estudos de filosofia e que, principalmente, quase nunca aparecia nas minhas aulas, mas que por outro lado, só tirava boas notas e que foi um dos meus melhores alunos, tanto que, de vez em quado ainda o citava como um exemplo a ser seguido. Mas não é só por isso que lembro do Levis. Como não lembrar de uma pessoa sensível aos outros, ao mundo, sensível, portanto à condição humana. O Levis, é uma pessoa que pela sua postura e coerência, faz parte do diminuto rol de pessoas imprescindíveis."
Marlus Vinicius Forigo
Professor de Filosofia

"Eu conheço o Levis de longa data, é viajante incansável sempre com vontade de descobrir novas paisagens, novas histórias de vidas vividas, mas principalmente o vejo como o verdadeiro amigo que é."
David Habith

"Conheci o Levis na Universidade Tuiuti e o que me chamou a atenção nele foi seu espírito aventureiro. Lembrei dele quando assisti Diários de Motocicleta. É ótimo ouvir as histórias de suas viagens. (...) É um ótimo escritor e um fotógrafo de primeira! Sou fã dele."
Isabela Tosin
Publicitária

"Eu admiro o Levis prá caramba. Ele nunca desiste de seus objetivos e leva a sério seus projetos pessoais e profissionais."
Viviane Giordano
Secretária

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O que você tem a dizer sobre o professor Levis Litz? Deixe também o seu depoimento!!!

Tai Chi - Gotas de Sabedoria e Filosofia

Prof. Bruno Davanzo

Tai Chi Chuan (Taijiquan)

"A escola interna tem como seu principal representante o Tai Chi Chuan, o qual se baseia na meditação Taoísta e no I Ching, o livro das Mutações, considerado como um dos primeiros esforços da mente humana para situar-se no Universo".
Roque Severiano

"As Treze Técnicas do Tai Chi ou os oito movimentos de mãos e os cinco movimentos de pernas são inspirados no conceitos dos Oito Trigramas, ou ba-guá (Pa kua) e no dos Cinco Processos Elementares, ou wuxing (wu hsing), da filosofia taoísta. O pakua e o wuxing são conceitos bastantes próximos um do outro, e o princípio do yin-yang constitui o fundamento da sua prática."
Wong Kiew Kit

"Ao se praticar Tai Chi Chuan, os olhos devem ficar alertas. Use todo o seu campo de visão para prestar atenção nos movimentos das mãos".
Lam Kam Chuen

"Os iniciantes devem primeiro praticar em uma postura alta, em que as pernas suportem o peso, então, gradualmente (com o tempo) descer a postura. É preciso estar consciente de proteger as articulações do joelho".
Chen Zheng Lei

Professora Elli Nowatzki
"O praticante do Tai Chi Chuan vive de modo diferente o mesmo movimento: o movimento não muda, muda a maneira de vivê-lo".
Anna Maria Sannino
 
"O Céu gera, a Terra nutre, o Homem executa. Na prática do Tai Chi Chuan cada gesto, cada deslocamento, cada componente físico e cada atitude mental estão impregnados dessa tomada de consciência".
Roland Habersetzer
 
"Chi kung significa literalmente a arte da energia. Tai Chi Chuan sem chi kung não é Tai Chi Chuan, pois nesse caso o Tai Chi Chuan se resumiria a um tipo de exercício suave que talvez oferecesse alguns benefícios em termos de circulação do sangue e divertimento, mas provavelmente não traria a vitalidade e a
clareza mental geralmente atribuídas ao treinamento do Tai Chi Chuan".
Wong Kiew Kit

"Os membros inferiores são o alicerce que suporta o corpo, e a fonte da energia e força, que pode ser exteriorizado".
Chen Zheng Lei

"Com o tempo, com a prática diária, você vai descobrir que incorporou os princípios do tai chi ao cotidiano; sentado, andando, de pé ou deitado, você perceberá que está vivendo de um modo novo, fácil e belo".
Lam Kam Chuen

"Para aprender os movimentos simples e naturais do Tai Chi Chuan e, por isso mesmo, difíceis e desafiadores, é necessário, diz o mestre, paciência, perseverança, confiança e continuidade".
Anna Maria Sannino

"Praticar o Tai Chi Chuan é fazer o silêncio em nós".
Roland Habersetzer

"Ao praticar Tai Chi Chuan você terá uma sensação de tranqüilidade, de alegria e de paz interior, mas estará mentalmente alerta e vivo durante todo o tempo".
Wong Kiew Kit

Professor Onofre
"Ao praticar Tai Chi Chuan, a cabeça deve liderar para focar o espírito. O comando consciente está atrás de cada movimento, de cada postura e de cada extensão para as mãos ou pés, de modo que todo o corpo seja flexível e ativo. Se não se pratica desta forma, o espírito estará disperso e perdido, e os movimentos perderão a sua coordenação e integralidade".
Chen Zheng Lei

"O relaxamento dos ombros é essencial. Eles têm a tendência de se levantar sem percebemos, atraindo energia para a parte superior do corpo e, com isso, provocando tensão e dores de cabeça. Tenha o cuidado de relaxá-los durante a prática".
Lam Kam Chuen

"Diz-se que um dos filhos de Yang Lu-chan, fundador do estilo de Tai Ji atualmente mais difundido, Yang Jian-hou (1839-1917), chegava a deixar uma andorinha pousar-lhe na mão aberta e era então capaz de impedir o passarinho de voar, impedindo-o de sentir uma base sólida para o seu alçamento graças ao domínio perfeito do próprio qi em movimento".
Roland Habersetzer

"Para intensificar a prática do Tui Shou: "Enraizado nos pés, executados nas pernas, controlado na cintura, materializado nas mãos. Quando você ataca com as mãos, a força que você emprega não vem delas, mas sim dos pés".
Wong Kiew Kit

"Tai Chi Chuan exige dos pés firmeza e estabilidade, com os dedos do pé, sola do pé e calcanhar - todos, agarrando o chão".
Chen Zheng Lei


Professor Anderson Rosa
"O símbolo do Tai Chi. Dois semicírculos de luz e escuridão que formam um círculo completo conforme se fundem um no outro. Muitas pessoas o conhecem como símbolo do Yin e Yang. Na verdade, o símbolo é chamada literalmente de "O Tai Chi", em chinês. Portanto, esse é o verdadeiro espírito do Tai Chi Chuan. Eu o chamo de harmonia em movimento".
Lam Kam Chuen
 
"O fluxo interno de energia é essencial no Tai Chi Chuan e só pode ser conseguido quando estamos relaxados".
Wong Kiew Kit

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Colabore com mais gotas de sabedoria sobre a filosofia e ensinamentos de Tai Chi Chuan!
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Quer ler mais sobre Tai Chi Chuan (Taijiquan)? Visite: Tai Chi Curitiba - www.TaiChiCuritiba.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Fotografia - Curso Anual com Ênfase em Projetos Artísticos

Fachada Escola e Galeria Portfolio
A Portfolio inova mais uma vez ao relançar seu tradicional Curso Anual, agora seguindo duas linhas distintas, que se complementam: Fotografia Comercial e Fotografia com Ênfase em Projetos Artísticos. Destaque para a segunda especialização, algo inédito no Brasil e que segue ganhando espaço na Europa. Lá, algumas imagens são vendidas por alguns milhares de dólares, o que prova ser perfeitamente viável buscar o caminho comercial por meio da arte.

O mesmo já ocorre no Brasil, mesmo que ainda em proporção menor. Além da venda de imagens, as oportunidades estão nos projetos de lei, exibições em galerias e na publicação de livros, entre outros. No entanto, segundo o fotógrafo Nilo Biazzetto Neto, autor de exposições na Argentina, Uruguai e Portugal, não se pode pensar no imediatismo. “As pessoas buscam resultados instantâneos, sem considerar as possibilidades ilimitadas que a fotografia artística proporciona”, observa.

Para quem atua comercialmente, a liberdade fotográfica proporcionada ainda poderá representar um diferencial no resultado final do produto. Afinal, a arte como foto tende a despertar o olhar criativo e poético de quem a pratica. Já profissionais de outras áreas, como advogados e arquitetos, cada vez mais a tem como um hobby sério, sendo que muitos vêm sendo revelados como fotógrafos autorais de 1ª linha.

Ambos os cursos iniciam dia 6 de fevereiro, com grande procura por vagas. Para este início de ano, ao todo foram abertas oito turmas, sendo duas para as manhãs de segunda e quarta-feira, duas para as tardes terça e quinta-feira, duas para as noites de terça e quinta-feira e outras duas para finais de semana, a cada 15 dias. Como as de fotografia comercial estão praticamente esgotadas, a Portfolio abriu nova turma para as noites de segunda e quarta-feira.

Para participar de qualquer um deles, é necessário possuir câmera fotográfica DSLR (que permite a troca de objetivas). Os alunos do Curso de Fotografia Comercial também devem ter um bom flash. O investimento é de R$100,00 de matrícula, mais 12 parcelas de R$560,00. Pagamentos realizados em dia têm 15% de desconto (R$476,00).

Projetos artísticos

É direcionado para quem busca na fotografia a criatividade e a liberdade de expressão por meio do desenvolvimento de trabalhos autorais. Com o olhar voltado para o desenvolvimento da linguagem pessoal, o curso terá a parte técnica bastante forte, incluindo retratos em estúdio, fotografia de rua, documentarismo autoral e o conhecimento das leis de incentivo à cultura. Ao final do curso, cada aluno desenvolverá um projeto pessoal e participará de uma exposição fotográfica, passando por todas as etapas de realização da mesma - escolha do tema, produção das imagens, edição, tratamento, impressão fine art, montagem e abertura oficial da exposição.

Fotografia comercial

O curso tem como ponto de partida uma formação técnica bastante forte, com foco em produções de eventos, casamentos, publicidade, moda, gastronomia, arquitetura, fotojornalismo, mercado editorial, etc. Ele ainda abordará todas as etapas da abertura de uma empresa no ramo fotográfico, desde os detalhes burocráticos, marketing pessoal, criação de marca, posicionamento no mercado e formatação de um portfólio individual dentro das áreas de atuação de interesse.

Portfolio Escola de Fotografia - http://www.escolaportfolio.com.br/
Rua Alberto Folloni, 634, Centro Cívico, Curitiba
Tel: 41-3252-2540