sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Desabado por não receber e-mails por falhas da web


Levis Litz em Bogotá, Colômbia.
Quê dizer, amigos latinos, se te ausentam na calada da noite, no obscurantismo da internet, os seus e-mails que não são entregues para você?

Chiavenato justificaria "as classes dominantes necessitam de mitos para justificar sua dominação (através da manipulação dos e-mails)".

Mas replico, o Brasil não é China para censurar mensagens virtuais.

Galeano complementaria para aqueles que tomam essa iniciativa que "nesse mundo de centros poderosos e subúrbios submetidos, não há riqueza (de palavras obtusas) que não seja, no mínimo, suspeita".
Parodiando Blas de Otero "não me deixam ver o que escrevestes, por quê?"

Se fosse aquele argentino, Ernesto, motociclista que, assim como eu, também viajou pela Patagônia, pensaria "essa divisão de nós latino-americanos é uma completa ficção".

É notório que e-mails desaparecem e não chegam ao seu destino, mas SPAMS, sempre estão vindo sem serem convidados.
Pergunto: até tu Brutus Gugous Virtualis? Sua ingrata que ofereço minha audiência para seus bilhões em lucros.

Como confiar, aferir, reverenciar ou reclamar de algo quase que intocável como Asgard - que está acima de tudo e de todos?

Cortês, Montezuma, Pizarro, Loki, Bush... que exemplos, hein?
Ainda penso: que calderão? O que o Tio Gugou realmente quer?
  
Se não fosse minha equilibrada Valkíria (guerreira nórdica do Valhala), chamada Valesca (guerreira italiana das montanhas da uva), voltaria a idade da pedra, ou melhor, do lápis.

Aliás Fritoj Capra me escreveu - uma carta mesmo, de próprio punho. Nada por e-mail, bacana não? Que inveja dele. Lembro-me de como era bom receber cartas, abrir seus envelopes, guardá-las numa caixa. Ainda tenho centenas de cartas guardadas de amigos da época que vivi no Rio de Janeiro (1983) e na Europa (1989).
E pela moderna ausência de mensagens importantes extraviadas por e-mail, senti-me como Tupac Amaru, ou melhor, como o contemporâneo um certo latino, traído pela mídia paralela corrompida e manipulada.

Chomsky, com certeza, me aconselharia "Levis, a luta nunca termina, as pessoas necessitam de nossa compreensão solidária".
Então, só posso pedir humildemente a Quetzalcoatl (deus asteca, Senhor de Tudo) que não impeça que Tezcatilipoca e Tlazolteotl (deuses, adivinhem do quê?) de castigar esse provedor, nem que seja para tamvém Mictlantehcuhtli (deus do mundo inferior) levar todos os responsáveis para as profundezas do seu reino.
Agradeço a Itzamna (Deus Maia da Cultura) por me conceder ferramentas para poder emergir e aflorar esse devaneio em forma de termos românicos.

Levis Litz
levislitz@gmail.com

Um comentário:

  1. Seu Levis, esse "devaneio em forma..." é um canto de guerra, ou isso é uma falha hermenêutica minha?

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