sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Lançamento do livro de Albert Hemsi: "Taiji quan - Intercultura e Educação"

Taiji quan - Intercultura e Educação“um estudo do domínio da expressão corporal e da filosofia daoista, reelabora a relação entre movimento e modo de vida no processo de aprendizagem de como a energia é dispersa e reposta.”


Alguns dos alunos/professores de Tai Chi Pai Lin entrevistados por Albert Hemsi na tese de doutorado que originou este livro participarão da roda de conversa a ser realizada em seu lançamento (no Espaço Luz, em 12 de dezembro de 2015, das 15h às 17:30h). 

O livro, que inclui uma entrevista inédita do autor com o Mestre Liu Pai Lin, pode ser adquirido com desconto no evento. Interessados também podem contatar a editora pelo email: e.contato@virtuseducacao.com.br
 
“O Mestre Liu Pai Lin ensinou de coração para coração. Por isso tocou e transformou vidas e espíritos. Reconheceu o potencial do Daono Brasil, e plantou milhares de sementes, que brotam até hoje. Albert Roger Hemsi é um discípulo tocado pelo Mestre, e deixa neste livro sua valiosa contribuição à história do Tai Chi Pai Lin.”

Jerusha Chang, 
Publicado na orelha do livro "Taiji quan - Intercultura e Educação", 
de Albert Hemsi, Editora Virtus Educação, 2015.

 “O tema do livro Taiji quan, intercultura e educação nos convida a vivenciar a calma, escutar, sentir e controlar a energia para se chegar a uma real aprendizagem. (...) Práticas educacionais procedentes de visões de mundo outras são coerentes com a trajetória do autor, que se permite reconhecer a diversidade por meio do relacionamento discípulo-mestre-discípulo como unidade dialética dos contrários. O autor acredita que o Taiji quan é a energia vital empenhada naquilo que fazemos, é a motivação que contribui tanto para a quietude como para o movimento na educação contemporânea.”

Margarita Victoria Gomez
Publicado na contracapa do livro "Taiji quan - Intercultura e Educação", 

de Albert Hemsi, Editora Virtus Educação, 2015.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Micos-leões são novas atrações do Zoo Beto Carrero

O Zoo Beto Carrero tem novos moradores. A partir de ontem, terça-feira (08), os visitantes do Parque podem conhecer duas espécies de primatas brasileiros: o Mico-leão-dourado e Mico-leão-da-cara-dourada. 

Foram recebidos seis primatas, sendo dois exemplares de Mico-leão-dourado e quatro Micos-leões-da-cara-dourada. A vinda dos animais aconteceu por meio de convênio com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Para recebê-los, o Zoo Beto Carrero construiu um recinto especialmente destinado aos animais, procurando reproduzir seu habitat, com plantas, cachoeira, cipós, tocas e muita privacidade.

Os animais

Os micos-leões são primatas de pequeno porte, alcançam peso máximo de 800g. Vivem em grupos familiares de até 15 indivíduos. O período de gestação é de 130 dias e nascem apenas dois filhotes. Após mamar, os filhotes são carregados pelo pai e pelos irmãos mais velhos, o que os prepara para cuidarem no futuro, de seus próprios filhos. Na natureza alimentam-se de insetos, frutos, raízes, caule e seiva das árvores. Já no Zoo Beto Carrero a dieta consiste de ração, frutas, carne, ovo, tubérculos e insetos, criados especialmente para eles.

O mico-leão-dourado é a espécie símbolo da conservação no Brasil. Através de esforços de zoológicos do mundo todo, a reprodução em cativeiro salvou da extinção as duas espécies. 

Zoo Beto Carrero 

O Zoo Beto Carrero possui mais de mil animais entre mamíferos, aves e répteis. Além dos tradicionais, como girafas e elefantes, e ainda algumas espécies ameaçadas de extinção, como tamanduá bandeira, ararajuba e o ganso do Havaí. Entre os destaques, estão cinco exemplares de raros leões brancos, que em 2015 deram ao Parque o orgulho de abrigar a primeira leoa branca nascida no Brasil. Além disso, é o primeiro zoológico no país em que um bebê girafa está sendo totalmente alimentado através de mamadeira. O filhote está com dois meses e seu desenvolvimento é considerado normal. 

Informações Beto Carrero World
Telefone: (47) 3261-2222

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

38 Countries Launch Global Geothermal Alliance at COP21

Initiative aims for 500% increase in power generation and 200% increase in heating by 2030

Paris, France, 8 December 2015 – A coalition of 38 countries and over 20 development and industry partners have joined forces to increase the share of geothermal energy in the global energy mix. Launched at a high-level event at the UN Climate Change Conference in Paris (COP21), the Global Geothermal Alliance, an initiative facilitated by the International Renewable Energy Agency (IRENA) aspires to achieve a 500 per cent increase in global installed capacity for geothermal power generation and a 200 per cent increase in geothermal heating by 2030.

“Geothermal has proven its potential to be part of both the global climate and energy action agenda,” said IRENA Director-General Adnan Z. Amin. “While geothermal can provide baseload power at some of the lowest costs for any power source, it remains under-developed. The Global Geothermal Alliance will provide a platform for partners to share best practices, further reduce costs and get the most benefit out of this sustainable energy resource.”

Nearly 90 countries have potential for geothermal energy resource development; however, just 13 gigawatts of installed capacity exists worldwide.

A proven technology, the main obstacle for geothermal power investment and development has historically been the high upfront costs of surface geophysical studies and drilling to explore for geothermal resources. But once a geothermal project is in operation, it can generate electricity at a low cost. The Alliance will aim to overcome these barriers by mitigating risks, promoting technological cooperation, coordinating regional and national initiatives and facilitating geothermal energy investments into energy markets.

The launch took place in the context of the Energy Action Day at COP21, co-organised by IRENA and featured Alliance member participation from H.E. Olafur Ragnar Grimsson, President, Iceland; H.E. Ségolène Royal, Minister of Ecology, Sustainable Development and Energy, France; H.E. Judy Wakhungu, Cabinet Secretary for Ministry of Environment, Water and Natural Resources, Kenya; and H.E. Simon Bridges Minister of Energy and Resources, New Zealand.

In two years of preliminary consultations, the GGA has gathered substantial support from governments, leading industry players, development partners, regional and national institutions and non-governmental organisations. The initiative was initiated in September 2014 at the Climate Summit organized by UN Secretary-General Ban Ki-moon.












From left to right: Minister Ségolène Royal, France; President Olafur Ragnar Grimsson, Iceland; Director-General Adnan Z. Amin, IRENA. 

Tai Chi Chuan à beira-mar em Pontal do Sul no Paraná

Quem estiver curtindo o litoral do Paraná nas férias de dezembro e Janeiro poderá desfrutar da prática de Tai Chi Chuan à beira-mar em Pontal do Sul, Pontal do Paraná. A atividade é gratuita, livre e aberta para pessoas de todas as idades.

Além do Tai Chi, o professor Levis Litz também propõe uma atividade diferente que envolve o compartilhamento de olhares e sorrisos em silêncio.

Inspirada pelo evento que ocorreu em 5 de dezembro em Curitiba em que pessoas participaram do "Tai Chi & Sorrisos e Olhares" na Praça do Tai Chi.

Os participantes, numa atividade sentada - com a mente tranquila e o coração alegre, compartilharam seus olhares e sorrisos, em pares e em silêncio. 

A ideia veio de outro evento mundial que aconteceu na Praça Santos Andrade, em 15 de outubro denominado de "Entre olhares, experimento de conexão humana" criado pela The liberators international (theliberators.com.au/)" e levado a Curitiba por Chicooliveira (estudiochicooliveira).

Informações: WhatsApp (41) 8409-6858.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

What moves Millennials

Whether it’s to attract new visitors or new talent, Millennials are top of mind for cities today. At 74 million strong, Americans aged 18-34 are the largest demographic in the U.S., and many of them are on the move – just not to the places you might think.
To find out what’s most important to Millennials when considering a city to visit or live, Resonance interviewed more than 1,200 “mobile” Millennials – those that had traveled at least once in the past year – and found that their responses highlighted three key areas that motivate mobile Millennials today: Opportunity, Quality of Place and Affordability.
A New Definition of Opportunity
While Safety (1) and Affordability (2) are paramount, and Job Opportunities ranks 3rd, Average Wages and Income is much farther down the list, coming in a surprising 9th. Conventional thinking would suggest that a city’s average income would be more important than say, Scenery and Nature (4), Quality of Restaurants (7) and Recreation (8), but this isn’t the case with Millennials.
One of the reasons that opportunity ranks so high is that this young cohort of movers is more interested in entrepreneurialism than generations before them, and are more likely to work in a start up, with its inherent risks and excitement. According to the Kauffman Foundation, 54% of Millennials either want to start a business or have already started one. And as a result, “opportunity” is going through a major face lift.
“Millennials’ definition of opportunity is evolving”, explains Steven Pedigo, NYU professor of economic development and the director for the Initiative for Creativity and Innovation in Cities. “It is shifting from solely ‘economic opportunity’ to one that also values ‘social opportunity’ too, with many Millennials choosing to work in an environment that favors social cohesion and a connection with community over strictly economic growth.”
This focus on opportunity instead of wages also explains why Millennials place a high value on experiences, even when considering employment – all of which questions the assumption that Millennials are entitled and lazy, a stereotype that David Manshoort, CEO of AssetAvenue, disagrees with.
He told entreprenuer.com that most Millennials he’s encountered are highly motivated – “just not strictly by cash,” and favor a more dynamic working atmosphere over the traditional 9-5.
“Millennials seek to learn and be creative, and are highly interested in personal and professional development,” he says. “That can work in a startup’s favor when you have plenty of opportunity but not necessarily large salaries to offer.”
Housing Affordability (2) Signals an Eye for the Future
Millennials don’t differ from other generations when it comes to housing prices – as our research shows, affordability is important. But they aren’t putting down roots just yet.
Two-thirds of Millennials are renters, and they’re more likely to live with roommates or family members than live alone, according to Nielsen research. But listing Housing Affordability as the second most important decision factor tells us that more Millennials could soon be making the leap from renter to homeowner. For instance, McAllen, Texas saw a 30 percent increase in Millennials (aged 18-34) from 2010-2013the average cost of a home is $178,000…third lowest in the country. Purchasing an affordable home is high on Millennials list of priorities.
In San Antonio, Texas, it’s a combination of affordability and growing job opportunities that’s made its mark, and fueled the largest increase in Millennials aged 20-29 in the country from 2010-2013 (9.2%). 
Two San Antonio-headquartered companies were recently named to the list of “100 Best Workplaces for Millennials” based on the collaborative report by Great Place to Work and Fortune Magazine. NuStar Energy LP and USAA earned spots on the list for reasons ranging from company culture to stand-out benefits programs. And for what it’s worth, San Antonio also has the lowest grocery prices in the country, noted by the Council for Community and Economic Research, a Virginia based think tank which studies cost of living issues. Cheap rent and a surge in new businesses – there’s that opportunity again – are the main contributors to strong Millennial growth.
A New Focus on Quality of Place
Quality of Place relates to a city’s quality of experience, which plays directly into the mindset of today’s creative and innately curious Millennial. Scenery and Nature (4), Favorable Climate (5), Commute to Work (6) and Restaurants (7) are all ranked higher than Average Wage and Income (9) suggesting that Millennials consider a city’s software to be just as important as its hardware.
“Millennials want to live where it’s easy to have fun with friends and family, whether in the suburbs or closer in,” says M. Leanne Lachman of the Urban Land Institute.
“This is a generation that places a high value on work-life balance and flexibility. They will switch housing and jobs as frequently as necessary to improve their quality of life.”
And the ingredients for this ‘quality of life’ don’t change even when Millennials visit or travel to a city; the same Qualities of Place resurface. While we had their attention, we asked the same 1,200 Millennials what they look for before visiting a city.
In our 2015 Portrait of the Millennial Traveler report, we found that Millennials cited Favorable Climate as the 3rd most important factor in choosing a city, with 46 percent listing it as either very or extremely important; Scenery and Nature is also considered an important factor at 41 percent. And compared to other travelers, Millennials seek out Attractions and Experiences at a much higher rate while on vacation (51% vs. 40%).
Where the Future is Moving Today 
For the first time since the 1920’s, growth in U.S. cities is outpacing growth outside of them, Nielsen research tells us. But Millennials’ desire for opportunity, affordability and quality of place explains why cities like New York, Los Angeles and Chicago haven’t seen as much growth in the number of twenty-somethings over the past decade.
In fact, the cities that gained the most 20-29 year olds between 2010-2013 were San Antonio, Houston, Seattle and Miami. These cities also also placed highly in Resonance’s 2015 U.S. Place Equity Index - a new measure to benchmark the relative strength and competitive identity of one city to the next based on many of the experiential qualities that Millennials consider important. In our analysis, Miami ranks 8th overall, Houston 10th, Seattle 16th and San Antonio 26th.
The combination of Opportunity, Affordability and Quality of Place is attracting Millennials in search of a more balanced quality of life. And it’s this shift that’s blurring the definition of suburb and city, according to Steven Pedigo.
“Our suburban and urban areas are now sharing more similar characteristics than ever before: walkability, transit-oriented development, improved schools, authenticity, unique restaurants, and entertainment venues”, he says.
“The future of U.S. communities, in many respects, depends on where these Millennials ultimately decide to put down their roots. And at the moment, the communities that offer the perfect blend of what Millennials are looking for are winning out.”
Source: http://www.resonanceco.com


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Canon no apoio à arte: nova galeria em Jurerê Internacional expõe obras do fotógrafo Jared Windmüller

As obras com qualidade de museu e preocupação ambiental foram feitas e impressas com equipamentos Canon

Um dos maiores objetivos da Canon, empresa mundial líder em imagem, sempre foi levar a beleza da arte por meio da fotografia para todas as pessoas. Com esse intuito, a Canon Brasil, está em parceria com o fotógrafo catarinense Jared Windmüller, que inaugura esta semana, em Jurerê Internacional, Santa Catarina, sua própria galeria de arte. O local irá expor fotografias fine art, criadas para expressar a visão criativa do artista em telas e canvas.

No portfólio de Jared constam mais de vinte países fotografados, entre eles, Brasil, China, Japão e uma boa parte da Europa. O acervo é composto principalmente por landscape (fotografias de paisagem) e abstract photography (fotografias abstratas), temas com os quais o fotógrafo mais se identifica e que revelam sua sensibilidade artística.

Pensando na sustentabilidade, todas as obras são produzidas em papéis e canvas da Hahnemühle, empresa alemã com mais de 400 anos de tradição, sendo a preferida por galerias, museus e artistas renomados por sua qualidade museológica com garantia de durabilidade de mais de cem anos. A empresa também possui o certificado Vegan Friendly por não usar nenhum insumo de origem animal em sua composição.

Sua arte é fotografada com equipamento Canon, assim como as impressões, que possibilitam a alta qualidade específica em fine art por utilizarem tintas à base d’água que não agridem o meio ambiente.

“Percebo um grande potencial artístico e cultural da região Sul do Brasil e, o grande aumento do interesse pela aquisição da fotografia como obra de arte para fins colecionáveis e decorativos”, conta Jared. “Foi por isso que decidi abrir a galeria em Balneário de Jurerê Internacional. Minha ideia é estimular a apreciação e a divulgação da fotografia como obra de arte”, finaliza.

Todas as obras são autorais, assinadas, numeradas e certificadas, seguindo rigoroso padrão museológico de conservação.

Sobre a Canon - www.canon.com.br

A Canon é líder em desenvolvimento de tecnologias de gerenciamento de documentos, imagem e pela fabricação de uma variedade de produtos que vão desde câmeras, copiadoras e impressoras, até equipamentos ópticos para a indústria de semicondutores e lentes profissionais para broadcasting. No Brasil desde 1974, a Canon conta com infraestrutura própria com cerca de 500 colaboradores e uma rede de revendas responsável pela distribuição de toda a linha de soluções corporativas. A empresa oferece ao mercado brasileiro um portfólio com mais de 70 produtos entre câmeras, multifuncionais, copiadoras, fax e scanners.

World Press Photo Foundation anuncia a los participantes del primer Masterclass Latinoamérica

World Press Photo Foundation anuncia a los participantes del primer  Masterclass Latinoamérica

World Press Photo Foundation y Fundación Pedro Meyer se enorgullecen al anunciar a los doce participantes de su primer masterclass regional, a realizarse en la ciudad de México del 7 al 11 de diciembre.

World Press Photo Foundation está implementando una nueva estrategia de masterclasses regionales. Como versiones satélite del Joop Swart Masterclass que se realiza cada año, estos masterclasses regionales ayudarán a desarrollar grupos más diversos de talentos globales.

World Press Photo Foundation y la Fundación Pedro Meyer se congratulan al anunciar que los 12 fotógrafos —cinco mujeres y siete hombres de nueve diferentes nacionalidades— que participarán en el Masterclass Latinoamérica son:

Alejandro Kirchuk (Argentina)
Dominic Bracco II (EUA, radicado en México)
Emilia Lloret (Ecuador)
Felipe Dana (Brasil)
Jasmine Bakalarz (Argentina)
Jonas Wresch (Alemania, radicado en Colombia)
Juanita Escobar (Colombia)
Meredith Kohut (EUA, radicado en Venezuela)
Musuk Nolte (Perú)
Tamara Merino Bloch (Chile)
Tiago Coelho (Brasil)
Yael Martínez Velázquez (México)



Los participantes del Masterclass Latinoamérica son elegidos mediante un sistema de nominación, seguido de un proceso de revisión de portafolios por parte de un comité de selección independiente. Se extendió la invitación a un total de 155 nominadores, quienes propusieron 63 nominados y de los cuales 59 enviaron portafolios. El comité de selección que eligió a los 12 participantes estuvo integrado por:
  • Ana Cecilia Gonzáles Vigil, (Perú), Directora de fotografía, Amauta, revista El Comercio
  • Daniel Merle, (Argentina), editor y curador
  • JJ Estrada, (Guatemala), cofundador y director de La Fototeca / Festival GuatePhoto

Los maestros del Masterclass Latinoamérica son:
  • Adriana Zehbrauskas (Brasil, radicada en México), fotoperiodista
  • Alejandro Chaskielberg (Argentina), fotógrafo
  • Pablo Ortiz Monasterio (México), fotógrafo y editor
  • Rodrigo Abd (Argentina, radicado en Perú), fotógrafo AP
  • Silvia Omedes (España), curadora independiente y directora de Photographic Social Vision Foundation
  • Verónica Cordeiro (Brasil, radicada en Uruguay), curadora del Centro de Fotografía de Montevideo, Uruguay

Para más información sobre el Joop Swart Masterclass, por favor visita:
http://www.worldpressphoto.org/academy/joop-swart-masterclass

Para más información sobre el Masterclass Latinoamérica, contacta a Laura Beltrán Villamizar laura@worldpressphoto.org (Amsterdam, Holanda) o Alejandro Malo alejandro.malo@fpmeyer.com (Ciudad de México, México)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Médicos Sem Fronteiras - Somos voluntários e doadores












Eu sou Voluntário Virtual de MSF e peço que nos ajudem a pressionar as farmacêuticas Pfizer e GSK a reduzirem o preço da vacina pneumocócica. A pneumonia mata quase um milhão de crianças a cada ano. Assine a petição www.msf.org.br/dose-justa e #PeçaÀsFarmacêuticas




Médicos Sem Fronteiras -> http://www.msf.org.br

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Renewables Poised to Deliver Climate Solution

IRENA report presents actions to limit global temperature rise to below 2°C by
accelerating transition to renewable energy 

The International Renewable Energy Agency (IRENA) is mandated as the global hub for renewable energy cooperation and information exchange by 144 Members (143 States and the European Union). Roughly 30 additional countries are in the accession process and actively engaged. IRENA promotes the widespread adoption and sustainable use of all forms of renewable energy, including bioenergy, geothermal, hydropower, ocean, solar and wind energy in the pursuit of sustainable development, energy access, energy security and low-carbon economic growth and prosperity. www.irena.org


Emission reductions from renewables, coupled with energy efficiency improvements, must be at the heart of any effort to limit global temperature rise to two degrees Celsius, according to a report released today by the International Renewable Energy Agency (IRENA). REthinking Energy 2015 – Renewable Energy and Climate, finds that achieving a 36 per cent share of renewable energy by 2030 would result in half of all emission reductions needed to maintain a two degree pathway. Energy efficiency measures could supply the rest.

“The energy sector accounts for more than two-thirds of global greenhouse gas emissions, and therefore must be the focus of climate action,” said Adnan Z. Amin, IRENA Director-General. “Transitioning rapidly to a future fuelled by renewable energy, accompanied by increasing energy efficiency, is the most effective way to limit global temperature rise. This transition is underway but it must be accelerated if we are to limit global temperature rise to two degrees Celsius.” 

According to the report, scaling up renewable energy to the level required to meet global climate objectives would contribute to at least 12 of the 17 United Nations Sustainable Development Goals by increasing energy access, improving quality of life and reducing poverty. The renewable energy sector employs 7.7 million people worldwide, creating more jobs per unit of electricity generated than coal or natural gas. If a 36 per cent share of renewables is achieved, employment levels could exceed 24 million jobs by 2030.

To achieve a 36 per cent share of total energy, the uptake of renewable energy would need to increase six-fold from current levels. This would require that global annual investment nearly double, to exceed USD 500 billion in the period up to 2020, and more than triple to exceed USD 900 billion from 2021 to 2030.

To help achieve this, the report outlines five actions for a sustainable energy future including: strengthening policy commitments, mobilising investments, building institutional capacity, linking renewables to Sustainable Development Goals and enhancing regional engagement. 

“The strong business case for renewable energy has made the energy transition inevitable,” said Mr. Amin. “It is now not a question of if the world ultimately transitions to a renewable energy future, but rather whether it will do so quickly enough. At the upcoming climate talks in Paris, it will be up to countries to commit to strong targets, and in turn, give a strong political signal to catalyse further investments in renewable energy.” 

REthinking Energy – Renewable Energy and Climate is the second edition in the series outlining progress in the transition to a sustainable energy future. The report was presented at IRENA’s 10th Council meeting, taking place from 22 to 24 November in Abu Dhabi. The Council meets twice annually, bringing together roughly 250 participants from more than 80 countries to facilitate cooperation among Members, oversee implementation of the IRENA work programme and complete substantive preparations for the Assembly.



About the International Renewable Energy Agency (IRENA) 

The International Renewable Energy Agency (IRENA) is mandated as the global hub for renewable energy cooperation and information exchange by 144 Members (143 States and the European Union). Roughly 30 additional countries are in the accession process and actively engaged. IRENA promotes the widespread adoption and sustainable use of all forms of renewable energy, including bioenergy, geothermal, hydropower, ocean, solar and wind energy in the pursuit of sustainable development, energy access, energy security and low-carbon economic growth and prosperity. www.irena.org


Aniversário da SPVS - Uma instituição que trabalha pela conservação da natureza

No último dia 19 foi o aniversário da SPVS, que há mais de três décadas trabalha para a conservação da natureza. 

Uma data especial que nos leva a reflexão sobre a missão da instituição, presente em todas as iniciativas e projetos realizados ao longo de sua existência: "Trabalhar pela conservação da natureza, através da proteção de áreas nativas, de ações de educação ambiental e do desenvolvimento de modelos para o uso racional dos recursos naturais." 

Um bom exemplo de suas atividades foi a participação da SPVS no paisagismo da Praça do Tai Chi no dia 07 de novembro em que Técnicos do ConBio falaram sobre a relação das plantas nativas com a conservação da biodiversidade e sobre como implantar um jardim nativo em casa.
  
Foto: SPVS orientando praticantes na Praça do Tai Chi sobre o cultivo de plantas nativas / By LL

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Water and Climate Change Adaptation: Lessons Learned and Good Practices

UNITED NATIONS AND INBO PUBLICATION
ON WATER AND CLIMATE CHANGE ADAPTATION
IN TRANSBOUNDARY BASINS


At the occasion of the next COP21 in Paris, the International Network of Basin Organizations (INBO) and the UN Economic Commission for Europe (UNECE), jointly remind that they published early 2015 a book in english entitled : « Water and Climate Change Adaptation in Transboundary Basins: Lessons Learned and Good Practices », in the UN collection.

ADAPTATION TO CLIMATE CHANGE IN TRANSBOUNDARY BASINS

In spite of local uncertainties about the intensity and variability of climate change, the frequency of extreme events that result from it and about its impacts on water resources, it is urgent to initiate now adaptation measures in river basin management, including transboundary basins. Thus, the drafting of multi-year Management Plans for the Basins of national and transboundary rivers, lakes and aquifers, is becoming a priority and should incorporate these adaptation measures.

In transboundary basins, strong cooperation between riparian countries is needed, and this requires attention to be paid at all levels and in all sectors. For the adaptation strategy to have solid bases, the participation of all stakeholders is essential, crossing the multiple physical, political and institutional borders, and opening it up to all sectors with water-related activities.

Some basin organizations around the world have already taken action to adapt to climate change. It is now crucial to be able to benefit from their experience and to promote exchanges among all institutions concerned by climate change adaptation.

To facilitate this exchange, the International Network of Basin Organizations (INBO) and the UN Economic Commission for Europe (UNECE) have joined forces to initiate and publish this document, which mobilized about sixty experts from international organizations (WMO, GWP, AGWA,...) and transboundary and national basin organizations worldwide.

This publication identifies the field experiments made and aims to provide practical advice through 58 case studies and 63 "lessons learned" about how to prepare and implement a strong, realistic and operational medium-to-long-term strategy for adapting to climate change in the basins.

This publication, distributed free of charge and now published in English and French, will be also translated in other languages.

It is published thank to the support of the Dutch and Swiss Governments and of the French National Office for Water and Aquatic Environments (ONEMA).

It continues previous publications of the partners involved, including the "Handbook on Integrated Water Resources Management in Basins" (2009), the "Handbook for Integrated Water Resources Management in Transboundary Basins of Rivers, Lakes and Aquifers" (2012), the "Guidance on Water and Adaptation to Climate Change" (2009) or the "Report on experiences of Transboundary Basin Organizations in Africa" (2014).

O Parque Beto Carrero World recebe homenagem

Diretor-Presidente do BCW
Rogério Siqueira
 Foto: Jefferson Severino
O Beto Carrero World (BCW) foi homenageado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Santa Catarina, em sessão solene na Assembleia Legislativa, realizada no dia 17 de novembro. A condecoração ao Parque marca o reconhecimento da ABIH-SC a 30 personalidades do setor e faz parte das comemorações dos 50 anos da entidade no Estado.

O Diretor-Presidente do Beto Carrero World, Rogério Siqueira, destacou que o Parque recebeu com muita felicidade a homenagem. Ele ainda frisou a importância da ABIH-SC, que é uma das entidades do turismo mais antigas do país e tem papel fundamental para o setor. "Acredito que juntos, rede hoteleira, agentes de viagem, receptivo e nós como equipamento de turismo e lazer, temos a obrigação de entregar a melhor experiência a quem nos visita. Os 50 anos da ABIH em SC confirma que o cenário está cada vez melhor".

domingo, 8 de novembro de 2015

Tai Chi & Poesia - Resistir é inútil!

Experimentei, gostei e assimilei

Aos que acompanham minhas atividades - seja como jornalista, repórter fotográfico ou adepto do Tai Chi Chuan já ouviram falar da Praça do Tai Chi em Curitiba.

Uma iniciativa minha que surgiu de uma inspiração numa conversa com um aluno na época, Jean Sirigate, e que depois foi transformado em projeto, reunindo o apoio, a força, a estima, a consideração, o sorriso, as mãos de alunos, amigos, simpatizantes e vários setores da sociedade.

A partir daí - um gigante passo para praticantes de Tai Chi foi alcançado - todos os sábados, às 09h30, nos reunimos na Praça. É um revezamento entre professores voluntários de Tai Chi que não recebem qualquer tipo de remuneração, contudo compartilham seus conhecimentos e suas experiências aos que honram o momento com sua presença.

Quando é a minha vez de ser o professor/orientador/facilitador de Tai Chi - no sábado, tenho incluído também a poesia - outra inspiração que surgiu no momento que conheci o trabalho do poeta e ator Eduardo Tornaghi no Rio de Janeiro.

Assim, bem no momento - entre o aquecimento e o Tai Chi. Faço uma leitura - breve e tranquila. Entre elas...

"Além da Terra, além do céu", da obra Declaração de amor, de Carlos Drummond de Andrade. O bacana é que, no dia em que li, na Praça do Tai Chi tinha uma pessoa que nasceu na mesma cidade que o poeta. São as boas coincidências da vida.

Mais recentemente, sábado (7), li outra poesia "Tai Chi Chuan, Meditação e Movimento", publicado originalmente na obra "Viagens de uma Mônada".

As 2 poesias seguem para leitura, pois ler - além de bom, é preciso.

Espero que Essenciem - Eu Tu Lia!





terça-feira, 27 de outubro de 2015

Já ouviu falar em Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental?

Quem vive em Curitiba, talvez nunca tenha ouvido falar da SPVS - o que é difícil, mas pode acontecer.

Então, aos que - pela primeira vez - estão conhecendo estas 4 letrinhas -> "S P V S", terá a excelente oportunidade de conhecer a respeito. Vamos lá...

SPVS quer dizer: Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental
A SPVS é uma "Organização Não Governamental" que desenvolve projetos inovadores e de qualidade na área da conservação da natureza, com características voltadas à expansão e replicabilidade de ações direcionadas à manutenção do patrimônio natural e da biodiversidade.

Perto de 30 anos de atuação em diferentes biomas brasileiros, os trabalhos da SPVS são realizados sempre em ações conjuntas com empresas, instituições públicas e do terceiro setor, visam influenciar políticas públicas e buscam demonstrar o quanto a qualidade de vida, as atividades econômicas e o desenvolvimento são dependentes da existência de áreas naturais bem conservadas e da garantia da conservação da biodiversidade.

Por sua capacidade de inovação e criatividade, unida ao conhecimento científico e noção de prioridade em favor da conservação da biodiversidade, os projetos da SPVS têm correspondência com temas atuais e estão diretamente relacionados com assuntos que comprometem as atividades produtivas, a vida das pessoas e a sustentabilidade dos negócios."

A missão da SPVS é trabalhar pela conservação da natureza, através da proteção de áreas nativas, de ações de educação ambiental e do desenvolvimento de modelos para o uso racional dos recursos naturais.

Enfim... nós que vivemos em Curitiba, teremos a excelente chance de bater um papo com o pessoal da SPVS. Será no evento: Tai Chi & Plantas Nativas que ocorrerá no dia 07 de novembro, na Praça do Tai Chi (Av. Agua Verde esq. Rua Guilherme Pugsley), às 10h15. É livre! É grátis!
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Para saber mais sobre a SPVS
. http://www.spvs.org.br
. https://www.facebook.com/SPVSBrasil
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Para saber mais sobre o evento "Tai Chi & Plantas Nativas"
. https://www.facebook.com/PracadoTaiChi
. LevisLitz@gmail.com
. www.TaiChiCuritiba.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

World's Most Detailed Wind Resource Data

IRENA and DTU Launch World's Most Detailed
Wind Resource Data

 Global Wind Atlas provides accurate wind resource data down to
the kilometre, boosting support for global wind energy development
 
 

Abu Dhabi, U.A.E, 21 October, 2015 –  The most detailed data and statistics on global wind energy potential are now available online, thanks to a free resource launched today by the International Renewable Energy Agency (IRENA) and the Technical University of Denmark (DTU). The Global Wind Atlas provides wind resource data at one-kilometre resolution. Prior to this release, global wind data was only publically available at 10-kilometre resolution or poorer, which resulted in underestimations, increased risk and increased costs for wind energy planners.

 “Wind energy potential across the globe is vast, but the upfront costs of measuring potential and determining the best locations for projects is an obstacle in many countries,” said IRENA Director-General Adnan Z. Amin. “The new Global Wind Atlas provides this needed data directly and for free, making it a ground-breaking tool to help jumpstart wind energy development worldwide.”

Global Wind Atlas screenshot displaying wind data around the world
The Wind Atlas is the newest addition to the datasets available through IRENA’s Global Atlas, a renewable energy mapping tool. The dataset uses microscale modeling to capture wind speed variability on small scales, allowing for better estimates. When locating wind farms, developers naturally pick areas with the highest wind speeds. In datasets that provide average wind speeds over large areas, the enhancement of wind speeds due to small scale features such as hills and ridges are not captured, making the resource appear weaker than it actually is. The Wind Atlas can prevent this underestimation, provide visual maps showing wind speeds at three different heights, and also provide tools to generate and export data and statistics such as wind roses and wind speed distributions over a chosen area.

“The release of the Global Wind Atlas demonstrates the support of the international community to expand global renewable energy to address global climate change, increase electricity access and stimulate economic development,” said Danish Minister for Energy, Utilities and Climate, Lars Christian Lilleholt. “Denmark, together with South Africa, has already developed the South African Wind Atlas and we have seen the value of the tool in the development of the wind energy sector.”

The Wind Atlas builds on decades of expertise in wind mapping at the Technical University of Denmark. It was funded by Denmark as part of its commitment to the Clean Energy Ministerial (CEM) process, and represents the achievement of the goal set forth by the CEM’s Multilateral Solar and Wind Working Group to help increase the global share of renewable energy by providing the world with detailed and validated wind potentials through an online platform. 

Access the Global Wind Atlas maps here: http://bit.ly/1PDgGrt and the new toolset here: http://bit.ly/1MAJrjs 

About the International Renewable Energy Agency (IRENA) 
The International Renewable Energy Agency (IRENA) is mandated as the global hub for renewable energy cooperation and information exchange by 143 Members (142 States and the European Union). Roughly 29 additional countries are in the accession process and actively engaged. IRENA promotes the widespread adoption and sustainable use of all forms of renewable energy, including bioenergy, geothermal, hydropower, ocean, solar and wind energy in the pursuit of sustainable development, energy access, energy security and low-carbon economic growth and prosperity. www.irena.org

About the Global AtlasThe IRENA Global Atlas for Renewable Energy aims to close the gap between nations that have, and nations that do not have, access to the necessary datasets, expertise and financial support to evaluate their national renewable energy potentials. As of January 2015, 67 countries and more than 50 institutes and partners were contributing to the initiative. The geographic information system (GIS) and mobile app (Global Atlas Pocket) provide free access to over 1,500 datasets that contain solar, wind, geothermal, biomass, and marine energy potential for locations around the world. Online simulation tools allow to process this information and assess renewable energy potentials.

About the Technical University of Denmark (DTU) 
DTU was founded in 1829, and has ever since been dedicated to developing the natural and the technical sciences with a view to creating value for society. During the past two centuries, DTU has undergone a transformation from a 19th century polytechnical institution to a present-day international, multidisciplinary institution that caters for research, teaching, and collaboration across scientific, professional, and geographical borders.

Contact information:Hillary McBride, Communications Officer, IRENA,  hmcbride@irena.orgT: +971 2 417 9000; F: +971 56 410 3572

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Africa Can Quadruple Share of Renewable Energy by 2030

Africa Can Quadruple Share of Renewable Energy
by 2030, IRENA Report Finds



Modern renewable energy technologies could feasibly meet 22 per cent
of Africa’s energy needs within 15 years

Cape Town, South Africa, 5 October 2015 – The African continent could generate nearly a quarter of its energy needs through the use of indigenous, clean, renewable energy by 2030, according to a new report by the International Renewable Energy Agency (IRENA). Africa 2030 – a comprehensive roadmap for Africa’s energy transition – finds that a combination of modern renewable technology could realistically meet 22 per cent of Africa’s energy needs by 2030, a more than a four-fold increase from just five per cent in 2013. The report also finds that scaling up modern renewables in Africa is an affordable means to help meet fast-growing energy demand while increasing energy access, improving health and achieving sustainability goals.

Four megawatt solar PV minigrids serving 30 villages in Mali
Photo: Courtesy of AMADER
“Africa holds some of the best renewable energy resources in the world in the form of biomass, geothermal, hydropower, solar and wind,” said IRENA Director-General Adnan Z. Amin. “This, combined with the precipitous drop of renewable energy technology costs, creates a massive opportunity for African countries to both transform and expand their energy systems while providing a pathway for low-carbon economic growth.”

The report identifies nearly 10 exajoules – the equivalent of more than 341 megatonnes of coal – of options for sustainable development through renewable energy. Roughly 40 per cent of  this energy would be in the power sector. Solar resources are abundant across the continent, while biomass and hydropower potential are more plentiful in the central and southern regions. Wind resources are strongest in the north, east, and southern regions, and geothermal energy is strong in the Great Rift Valley. 

Renewable energy capacity additions could increase the share of modern renewables in the power sector to 50 per cent by 2030, reducing carbon dioxide emissions by more than 310 megatonnes. Developing these projects is more cost-effective than ever before, with solar and wind projects across Africa now producing record-low electricity prices.

Roughly 50 per cent of the energy from the recommended options would be through biomass-based heat applications. Half of all energy use in Africa today involves traditional biomass consumption. The report estimates that a shift to modern renewable energy cooking solutions would reduce the use of traditional cook stoves by more than 60 per cent, saving USD 20 to 30 billion annually by 2030 through the reduction of health complications from poor indoor air quality.

“Tapping into renewable energy resources is the only way African nations can fuel economic growth, maximise socio-economic development and enhance energy security with limited environmental impact,” said Mr. Amin. “The technologies are available, reliable and increasingly cost-competitive. The onus is now on Africa’s governments to create conditions to accelerate deployment, paving the way for Africa’s unfettered, sustainable development.”  

The report recommends 14 actions to speed the uptake of renewables on the continent, including enabling policies and a regulatory framework to catalyse investment, adopting investment promotion measures, and off-grid renewable energy solutions to increase energy access and reduce poverty.

Africa 2030 is built on a country-by-country assessment of supply, demand, renewable energy potential, and technology prospects. The effort is a part of IRENA’s REmap 2030 programme, which provides a roadmap to double the share of renewable energy in the world’s energy mix by 2030. 

The report was released on the sidelines of the South Africa International Renewable Energy Conference, which aims to provide a global platform for government, private sector and civil society leaders to advance renewable energy. The 2015 conference is themed “RE-energising Africa” and seeks to position Africa as the business destination for renewable energy, given its current growth trajectory and need for clean energy investment for sustainable economic growth.

Download the full report: http://bit.ly/1VAd1dv 
More information on the REmap 2030 programme: www.irena.org/remap

About the International Renewable Energy Agency (IRENA) 
The International Renewable Energy Agency (IRENA) is mandated as the global hub for renewable energy cooperation and information exchange by 143 Members (142 States and the European Union). Roughly 30 additional countries are in the accession process and actively engaged. IRENA promotes the widespread adoption and sustainable use of all forms of renewable energy, including bioenergy, geothermal, hydropower, ocean, solar and wind energy in the pursuit of sustainable development, energy access, energy security and low-carbon economic growth and prosperity. www.irena.org

sábado, 19 de setembro de 2015

Registro fotográfico do "Massacre 20 de abril" se espalha pelo Brasil

As últimas semanas foram de muita postagem para a turma do Lente Quente. O livro e o DVD 'Massacre 29 de abril' aos poucos estão sendo distribuídas pelo país via Correios. Graças a essa rede voluntária de colaboradores no Catarse que a equipe responsável pelo projeto passou a conhecer faz pouco tempo.


As remessas seguiram por correio aos mais distintos destinos, do Amazonas ao interior do Paraná, passandor por Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A equipe notou também como foi forte o apoio de quem mora em Curitiba, fundamental para a conclusão da empreitada.


Menos de três meses depois do lançamento, chega a fase final das entregas e boa parte da circulação do livro - que chega perto de esgotar a tiragem de 700 exemplares.

Parabéns pela equipe do livro 'Massacre 29 de abril'
Lente Quente no Catarse

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

“Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira”, 4º volume: Thomaz Farkas


Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira, 4 º volume: Thomaz Farkas*
Coordenação
Eder Chiodetto

​Lançamento do livro e abertura da exposição "Thomaz Farkas - DF​" apresentando fotos inéditas
de dois períodos de Brasília

Dia 
6 de outubro no MIS - Museu da Imagem e do Som de São Paulo 


Um momento especial da importante obra de​ ​Thomaz Farkas​,​​​ ​expoente de nossa fotografia,​​ ​será apresentado no novo volume da Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira, duas fases de seu olhar sobre Brasília: em seu surgimento de 1958 a 1960, quando, contrastando com o discurso desenvolvimentista que exaltava a imponente arquitetura de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, o interesse do fotógrafo se deteve​ ​nos trabalhadores do Núcleo Bandeirante, os “candangos” que erguiam a nova c​apital​​.

​O​
 segundo período ​ocorre 40 anos depois, em
​ 
1998 e
 2000​ ​a​ partir de um​ convite do Correio Braziliense​ quando Thomaz Farkas volta 
a Brasília e se aplica ao mesmo tema, a gente simples da periferia que apesar de seu​ precário​ cotidiano carrega um​ inerente​​ ​lirismo, sentimento captado pelo fotógrafo nestes habitantes que fizeram a capital federal surgir embora não tenham sido contemplados​ no seu projeto modernista. Em tom crítico declara em sua entrevista ao jornal: “a cidade mudou nas aparências. Mas, para o povo, a vida continua praticamente a mesma." 

Concebido por Eder Chiodetto​, jornalista, pesquisador e​ ​renomado curador da área de Fotografia​, coordenador da Coleção Ipsis, "Thomaz Farkas" é o resultado de um intenso trabalho de pesquisa do curador que resultou em uma inédita seleção d​os trabalhos do fotógrafo sobre Brasília. Em texto de sua autoria, Eder comenta:"A iniciativa de fotografar a construção de Brasília nasceu de uma sugestão do arquiteto Jorge Wilheim e do sociólogo Pedro Paulo Poppovic, amigos de Farkas e proponentes do concurso que resultou na edificação de Brasília. Ao contrário de fotógrafos como o francês Marcel Gautherot e o alemão Peter Scheier, contratados para registrar a construção, Thomaz Farkas realizou as fotografias por interesse pessoal, financiando-as também por conta própria.​"​

Nascido em 1924 em Budapeste, Farkas mudou-se com a família para São Paulo em 1930. Chegando aqui, seu pai que já atuava no ramo de fotografia na Hungria abre a primeira loja Fotóptica. Vivenciando este histórico familiar e o contato direto com a loja, o menino Thomaz começa a fotografar aos oito anos de idade quando ganha de seu pai sua primeira câmera fotográfica.

Em 1942 ao ingressar no pioneiro Foto Cine Clube Bandeirante, Thomaz Farkas inicia um processo de busca por uma linguagem independente. Com esmerado apuro estético prioriza a leitura de composições geométricas entre planos, linhas, volumes, ângulos raros e os efeitos da sombra sobre estes elementos. Deste período, uma de suas primeiras fotos, hoje um clássico, é “Autorretrato com gato”, obra do acervo do fotógrafo que se encontra sob a guarda do Instituto Moreira Salles em regime de comodato.

Posteriormente sua obra ganha outra vertente com contornos mais humanistas: com absoluto prazer Farkas fotografava pessoas, segundo ele, a parte mais importante dentro da fotografia. Com abordagem elegante, afetiva,​ ​sem alarde, se aproximava das pessoas e sem mirá-las diretamente, o fotografado surgia em sua fotografia. Em sua segunda passagem por Brasília, declara ao jornal Correio Braziliense: ‘‘Gosto de gente, como vivem e o que fazem. A imagem é o que me liga com o mundo, com a realidade. O Brasil ainda vai ser descoberto e isso vai partir daqui de Brasília.’’

Este olhar do fotografo atento a presença humana diante do concretismo de Brasília delineia o conteúdo do livro: "Diante dos camelôs que se ajeitam como podem entre estruturas de concreto armado, Thomaz Farkas escolhe celebrar a pulsão de vida que revigora o espaço de convívio em vez de destilar discursos inflamados."​ ​(Eder Chiodeto).

Com evento no MIS - Museu da Imagem e do Som de São Paulo, local que o fotógrafo apreciava e era assíduo frequentador, o lançamento do livro agendado para dia 6 de outubro será​ acompanhado da abertura da exposição:
"Thomaz Farkas - DF​"
​, 
com a exibição de 21 fotos, 13 delas inéditas, mostrando cenas dos dois períodos de Brasília
​.
​Complementando​
 o evento, será realizado um​ ​bate-papo com Eder Chiodetto,​ Kiko Farkas, filho e editor dos livros de Thomaz e Juliana de Arruda Sampaio, pesquisadora, autora de “Construção: imagens, discursos e narrativas na Brasília de Thomaz Farkas”, texto de qualificação para mestrado​ apresentado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Com o novo lançamento a Ipsis Gráfica e Editora afirma sua política em investir prioritariamente em projetos editoriais de alta qualidade dando continuidade a uma coleção singular de reconhecido valor que já se tornou uma referê​ncia para a esfera cultural do país. 

 
​Í​
cone da moderna fotografia brasileira, 
​Thomaz
 ​
Farkas é autor de uma vasta obra onde se destaca a busca de uma estética singular voltada para pontos de vista inusitados e novos enquadramentos que privilegiavam 
a​​​ ​essencialidade.
 

Como exclamava o genial Farkas: "Viva a fotografia!" 


Lançamento: “Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira”, 4º volume: Thomaz Farkas
* Edição impressa sob a autorização da Thomaz Farkas Estate, detentora dos direitos autorais juntamente
com o Instituto Moreira Salles.
Realização: Ipsis Gráfica e Editora
Concepção​, organização e textos: Eder Chiodetto
Preço de capa: R$ 50,00
Quando: terça-feira, 6 de outubro, às 19h00
Onde: MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Av. Europa, 158, Jd. Europa 

Exposi
ção:
​ 
"Thomaz Farkas - DF​​", 21 fotografias pb, 13 inéditas.
Curadoria: Eder ​
​Chiodetto​
Quando:de 6 a 14/10/2015​

Visita: terças a sábados, das 12 às 21h, domingos e feriados, das 11 às 20h.
 Onde: MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Av. Europa, 158, Jd. Europa
E​
ntrada franca, acesso para deficientes

Bate-papo com Eder Chiodetto Kiko Farkas e Juliana de Arruda Sampaio
Quando: terça-feira, 6 de outubro, às 19h30
Onde: Auditório do MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Av. Europa, 158, Jd. Europa

172 lugares, entrada franca, acesso para deficientes​