sexta-feira, 10 de julho de 2015

A Verdade Não É Filha da Autoridade - Liberdade de Informação Sempre!

 Ao acabar, recentemente, de ler o livro: "Varginha - Toda a verdade revelada", do autor, respeitável pesquisador e profundo estudioso do tema UFO, Marco Petit, meus pensamentos se direcionaram para aquela indagação mais comum de todos nós - seres pensantes: Se discos voadores existem... e se estão entre nós... Por que não estamos tendo contato?






Foto: Objeto fotografado entre Manaus e Belém pela tripulação de um Boeing da Varig, em 1976. O artefato também foi detectado pelo radar de bordo da aeronave. Divulgação: Revista UFO - http://www.ufo.com.br 


Sem querer ser abrangente demais sobre o assunto; prefiro – no momento me direcionar para a Terra, para o Brasil, para Minhas Gerais... É de se pensar -> Se o caso dos ET's de Varginha (sim, foram vários!) fosse uma simples "História da Carochinha" -> Por que o Exército Brasileiro "se queimou tanto"?

Mi Casa (Brasil), Su Casa (Estados Unidos)

O pesquisador Marco Petit, em sua obra sobre o Caso Varginha, informa que houve participação de oficiais da USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) no interior da ESA (Escola de Sargento das Armas) já nos primeiros dias do Caso: “desde as horas que precederam a queda do UFO no dia 13 de janeiro de 1996”. Eles estavam lá quando “chegou um comboio formado por vários caminhões portando caixas de madeira, justamento do tipo que foi utilizado (...) da captura, pelos bombeiros, da entidade alienígena”.  Inclusive agentes da NASA estiveram na Unicamp na manhã do dia 26 de janeiro. (Coincidência?).

Proposta indecente – Suborno mesmo

Tempos depois do avistamento de um ser (não humano) por Liliane, Valquíria e Kátia Xavier - mais precisamente na noite do dia 29, dona Luíza Helena e suas filhas Liliane e Valquíria receberam a visita de quatro homens que, em resumo, ofereceram suborno para... “desmentir tudo o que suas filhas tinham afirmado ou declarado antes. Teriam que negar o avistamento e o contato com a misteriosa critatura etc. Caso concordassem com a proposta, eles estavam dispostos a pagar um valor alto, capaz de gerar a independência financeira da família”, revela Petit.

Morte de um integrante da Inteligência da Polícia Militar

Marco Eli Chereze, policial, “rapaz de porte atlético, que nunca antes havia tido qualquer problema sério de saúde”, entrou em óbito aos 23 anos de idade – causa mortis: insuficência respiratória aguda, septicemia e pneumonica bacteriana. Ele “havia participado diretamente da captura da criatura recolhida na noite de 20 de janeiro”. (...) “Os comandos militares ligados ao acobertamento do caso sabiam evidentemente, da participação de Chereze e de seu contato direto com uma das criaturas. Existe, inclusive, a possibilidade (...), referente a supostos arranhões que a entidade alienígena teria produzido nas costas do rapaz”, comenta Petit – que teve acesso ao relato do ocorrido.

A resposta dos militares

Num determinado momento, jornalistas foram recebidos pelo general Sérgio Pedro Coelho Lima para uma “coletiva” de imprensa. Na sala haviam cerca de 15 militares fortemente armados –isso mesmo, fortemente armados e os jornalistas foram avisados de que não poderiam fazer perguntas. Assim, naquela manhã do dia 8 de maio, a Escola de Sargento das Armas – ESA, declarou que a referida instituição militar “estava sempre, e continuaria a estar, aberta à imprensa” e continuou com o pronunciamento: “(...) que a Escola e seus integrantes não tiveram qualquer relação com os fatos aludidos.”, ou seja, rechaçou todas as afirmações que levavam ao envolvimento da ESA com o Caso Varginha, como revelou Petit em seu livro. E assim vai, até um IPM – Inquérito Policial Militar – em relação a primeira obra intitulada “Incidente em Varginha – Criaturas do Espaço no Sul de Minas” foi instaurado. Fato que não era para a mídia saber de sua existência... Enfim...

Entre más e boas notícias - assim caminha a humanidade

Bem... militares, ou melhor, a Aeronáutica, recentemente liberou documentos sobre aparição de óvnis (ufos) nos céus do Brasil. As 1562 páginas – não é pouca coisa - estão disponíveis ao público no Arquivo Nacional – basta chegar lá e consultar. Isso, por si só, indica que há o reconhecimento oficial de que existem discos voadores... ou então, os militares estariam “zombando” da sociedade. SQN (Só que não!) -> não estão zombando.

Partindo desse ponto de vista – sem emitir juízo de valor, de que “não estamos sozinhos no universo” (frase mais do que conhecida), remete-me a uma ocasião em tive a oportunidade em 2014 – graças ao ufólogo Ademar Gevaerd, em assistir e ouvir o professor Wilson Picler, no  “II Fórum Mundial de Contatados”, realizado em Curitiba. 

Momento em que o professor emergiu com uma reflexão interessante - diante do tão “popular” questionamento... se há outras civilizações, além do nosso belo planeta e se eles estão de, certa forma, convivendo conosco em suas aparições – por que não estamos tendo um contato mais efetivo, de forma coletiva em grandes proporções, assim como vemos em filmes de ficção científica?

O professor Picler compartilhou seus pensamentos da seguinte forma: “Primeiro temos que fazer uma reflexão se estamos preparados como sociedade. Uma coisa é um contato isolado com um ou outro e, outra coisa, é um contato global com toda uma sociedade, com um sistema político e tudo mais”. 

Particularmente gostei de como ele se referiu a essa forma de contato global:  Primeiramente, os políticos perguntariam: Esses ET’s poderiam ler nossas mentes e descobrir as nossas as nossa ‘maracutaias’? Se podem, então nós não queremos! Os religiosos perguntariam: Por acaso poderiam ‘destruir’ nosso conjunto de crenças que nós arrecadamos e mantemos? Os militares perguntariam: por acaso esses seres poderiam desativar nossos armamentos nucleares tornando-os inócuos e mexer em toda nossa composição de poder no planeta?

Esse tipo de reflexão pode nos levar a um excelente limiar de um novo paradigma. Já imaginaram se a resposta para estes “3 segmentos de nossa sociedade” fosse: “Sim, eles – os ET’s - podem!”.  Pelo “andar da carruagem”,  permito-me parodiar a famosa frase espanhola que diz: “não creio em bruxas, mas que elas existem, existem!”, para a seguinte expressão: “posso não acreditar em discos voadores, mas que eles estão aí, estão!”.

Enfim, é um assunto para boas reflexões, especialmente à noite, observando as estrelas!

Levis Litz
LevisLitz@gmail.com
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Seja movido por simples curiosidade ou pelo fato de querer apreciar o tema com mais riqueza de "Varginha - Toda a verdade revelada" - Autor: Marco A. Petit. Biblioteca: UFO. Editor: A. J. Gevaerd - pode ser adquirida através do e-mail: marcoantoniopetit@gmail.com ou pelo Tel. (21) 99584-1014.



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